
(A saga de Eduardo pela liberdade)
Há um grupo de "Senhores de Engenho" no Brasil que se apoderou da nação e que luta com todas as forças para manter seus "escravos" sob medo.
Esse grupo não admite anistia, tampouco liberdade de expressão. E ai de quem alçar a voz e gritar por liberdade. Sofrerá este e os seus familiares. E @jairbolsonaro fez exatamente isso. Por isso, todos os seus apoiadores sofrem, mas também seus filhos.

Todos sabem que o sobrenome Bolsonaro é um dos mais odiados pela elite burguesa do Brasil. Então, @FlavioBolsonaro @CarlosBolsonaro, @Mi_Bolsonaro e Eduardo @BolsonaroSP, são alvos do sistema. A mensagem ameaçadora é: "Aqui não toleramos heróis".

Eduardo, que é uma das vozes mais firmes em defesa das liberdades no Brasil, tomou a difícil decisão de ficar nos EUA, afastando-se de sua Pátria.
Essa é um atitude de coragem em resposta a uma perseguição política implacável que atingiu níveis insustentáveis.
O que estamos testemunhando não é apenas um ataque a liberdade de expressão de um parlamentar, mas uma tentativa deliberada de silenciar qualquer oposição ao establishment que hoje domina o cenário político e judicial brasileiro.

Eduardo tem sido alvo de uma campanha sistemática para deslegitimar sua atuação e calar sua voz. O que veio à tona em agosto de 2024 elevou essa perseguição a um patamar ainda mais grave. Os 6 gigabytes encontradas no celular de Tagliaferro, então chefe da Assessoria Especial do TSE, revelaram que o ministro Alexandre, tinha a intenção explícita de prender Eduardo. Essas conversas expuseram as entranhas da ilegalidade, mostrando como o sistema judicial foi instrumentalizado para atingir alvos políticos específicos, como o deputado.
Eduardo Bolsonaro nunca se furtou a defender aquilo em que acredita. Seja no Congresso, nas ruas ou em suas articulações internacionais, ele tem sido incansável em denunciar o "lawfare” brasileiro.
Suas viagens aos Estados Unidos — muitas vezes ridicularizadas por seus adversários— , provaram ser uma estratégia acertada: hoje, ele construiu uma rede de apoio global que amplifica as denúncias sobre as violações de direitos humanos no Brasil. Não é à toa que seus inimigos buscam confiscar seu passaporte e restringir sua liberdade de movimento – querem isolá-lo e prendê-lo, por expor ao mundo a realidade que vivemos.
A decisão de Eduardo, no momento mais alto de sua carreira, é um alerta vermelho para o Brasil. Ele é policial federal, é advogado e deputado; fala inglês, espanhol, com nível básico de árabe.
Hilário: um dos homens mais preparados do Brasil, tendo que exercer sua liberdade no exterior.
Aliás, você já notou o tanto de brasileiros bem preparados que estão fora do país?
Esse é o país onde as instituições democráticas estão sendo corroídas por dentro, onde a liberdade de expressão é seletiva e onde um ministro do Supremo pode agir como juiz, promotor e vítima ao mesmo tempo.
Eduardo entendeu que sua luta precisa ser travada de um lugar onde sua voz ainda possa ecoar. Ele não está fugindo; está preservando sua capacidade de combater um sistema que, como as gravações de Tagliaferro sugerem, já decidiu seu destino e o de seu pai.
Eduardo é um patriota que recusa a se dobrar diante da tirania disfarçada de justiça. A perseguição contra ele é um sintoma de um problema muito maior: a insegurança institucional e jurídica.
Essa decisão de Eduardo vai ecoar ainda mais alto lá fora. O mundo já está sabendo de tudo e, a ideia de confiscar o passaporte dele (como fizeram com o seu pai), foi certamente, uma ideia estapafúrdia.
Um deputado eleito com recorde de votos, no ápice do seu mandato e com imunidade parlamentar, decidir continuar o seu trabalho combatendo no exterior onde sua voz pode ser ouvida é um ato de bravura e amor ao seu país.
A luta de Eduardo é a luta de todos nós que ainda acreditamos em um Brasil livre, soberano e democrático.
Meu profundo respeito, Eduardo.
Sérgio Júnior