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A TERRA QUE NÃO TOLERA HERÓIS

A saga de Eduardo pela liberdade

Sérgio Júnior
Por: Sérgio Júnior
18/03/2025 às 18h01 Atualizada em 18/03/2025 às 18h20
A TERRA QUE NÃO TOLERA HERÓIS

A TERRA QUE NÃO TOLERA HERÓIS 

(A saga de Eduardo pela liberdade)

Há um grupo de "Senhores de Engenho" no Brasil que se apoderou da nação e que luta com todas as forças para manter seus "escravos" sob medo. 

Esse grupo não admite anistia, tampouco liberdade de expressão. E ai de quem alçar a voz e gritar por liberdade. Sofrerá este e os seus familiares. E @jairbolsonaro fez exatamente isso. Por isso, todos os seus apoiadores sofrem, mas também seus filhos. 

Todos sabem que o sobrenome Bolsonaro é um dos mais odiados pela elite burguesa do Brasil. Então, @FlavioBolsonaro @CarlosBolsonaro, @Mi_Bolsonaro e Eduardo @BolsonaroSP, são alvos do sistema. A mensagem ameaçadora é: "Aqui não toleramos heróis".

Eduardo, que é uma das vozes mais firmes em defesa das liberdades no Brasil, tomou a difícil decisão de ficar nos EUA, afastando-se de sua Pátria.

Essa é um atitude de coragem em resposta a uma perseguição política implacável que atingiu níveis insustentáveis. 

O que estamos testemunhando não é apenas um ataque a liberdade de expressão de um parlamentar, mas uma tentativa deliberada de silenciar qualquer oposição ao establishment que hoje domina o cenário político e judicial brasileiro.

Eduardo tem sido alvo de uma campanha sistemática para deslegitimar sua atuação e calar sua voz. O que veio à tona em agosto de 2024 elevou essa perseguição a um patamar ainda mais grave. Os 6 gigabytes encontradas no celular de Tagliaferro, então chefe da Assessoria Especial do TSE, revelaram que o ministro Alexandre, tinha a intenção explícita de prender Eduardo. Essas conversas expuseram as entranhas da ilegalidade, mostrando como o sistema judicial foi instrumentalizado para atingir alvos políticos específicos, como o deputado.

Eduardo Bolsonaro nunca se furtou a defender aquilo em que acredita. Seja no Congresso, nas ruas ou em suas articulações internacionais, ele tem sido incansável em denunciar o "lawfare” brasileiro. 

Suas viagens aos Estados Unidos — muitas vezes ridicularizadas por seus adversários— , provaram ser uma estratégia acertada: hoje, ele construiu uma rede de apoio global que amplifica as denúncias sobre as violações de direitos humanos no Brasil. Não é à toa que seus inimigos buscam confiscar seu passaporte e restringir sua liberdade de movimento – querem isolá-lo e prendê-lo, por expor ao mundo a realidade que vivemos.

 

A decisão de Eduardo, no momento mais alto de sua carreira, é um alerta vermelho para o Brasil. Ele é policial federal, é advogado e deputado; fala inglês, espanhol, com nível básico de árabe. 

Hilário: um dos homens mais preparados do Brasil, tendo que exercer sua liberdade no exterior.

Aliás, você já notou o tanto de brasileiros bem preparados que estão fora do país?

Esse é o país onde as instituições democráticas estão sendo corroídas por dentro, onde a liberdade de expressão é seletiva e onde um ministro do Supremo pode agir como juiz, promotor e vítima ao mesmo tempo. 

Eduardo entendeu que sua luta precisa ser travada de um lugar onde sua voz ainda possa ecoar. Ele não está fugindo; está preservando sua capacidade de combater um sistema que, como as gravações de Tagliaferro sugerem, já decidiu seu destino e o de seu pai.

Eduardo é um patriota que recusa a se dobrar diante da tirania disfarçada de justiça. A perseguição contra ele é um sintoma de um problema muito maior: a insegurança institucional e jurídica.

Essa decisão de Eduardo vai ecoar ainda mais alto lá fora. O mundo já está sabendo de tudo e, a ideia de confiscar o passaporte dele (como fizeram com o seu pai), foi certamente, uma ideia estapafúrdia.

Um deputado eleito com recorde de votos, no ápice do seu mandato e com imunidade parlamentar, decidir continuar o seu trabalho combatendo no exterior onde sua voz pode ser ouvida é um ato de bravura e amor ao seu país. 

A luta de Eduardo é a luta de todos nós que ainda acreditamos em um Brasil livre, soberano e democrático. 

Meu profundo respeito, Eduardo.

Sérgio Júnior 

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Sérgio Junior
Sérgio Junior
Sérgio Júnior é um escritor e pensador brasileiro, graduado em artes da teologia, membro n°23 da Academia Internacional de Literatura Brasileira de NY (AILB).
Um romancista ficcional, analista de cenários sociais, poeta e filósofo.
Em 2021 e 2022, disputou os prêmios de destaque literário pela Focus Brasil na AILB, idealizado por Nereide Lima e na premiação "Melhor do Brasil na Europa ", pela revista "High Profile Magazine" na Inglaterra, por causa do sucesso do livro "Eu no seu funeral" lançado pela CRV editora no Paraná.

Recentemente, Sérgio Júnior tem sido notícia em vários portais na internet , por seu livro " O SEGREDO DOS NEGROS VENCEDORES " lançado em 2023.

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