
Gabriel Costenaro, ex-MBL, detonou a bomba: Kim Kataguiri e Renan Santos se encontravam frequentemente com Alexandre de Moraes e outros ministros do STF visando "facilitar" a criação do Partido Missão.
Desde quando para criar um partido político é preciso da anuência de Xande?
Não é sobre teoria da conspiração nas redes. É confissão de um ex-membro.

Ou seja, enquanto a direita raiz é censurada, processada, cassada e impedida de criar um partido por qualquer pretexto, o MBL consegue registrar uma legenda novinha em folha com rapidez suspeita. Coincidência?
Ninguém aqui é idiota. Renan, Kim, e companhia, se vendem como “direita diferente”, “direita liberal”, “direita inteligente”. Na prática, são apenas a direita permitida pelo sistema.
Eles atacam Bolsonaro e o bolsonarismo com verve moralista, quase puritana, mas quando o assunto é o autoritarismo de toga do Supremo, mudam o tom, tergiversam e com um censurado vocabulário se arvoram defensores de “instituições”.
Por quê?
Porque sentam à mesa com quem juram combater. Porque almoçam com o algoz enquanto a direita verdadeira é caçada.
"A militância do MBL não sabe de nada. Dá pena", disse o ex-membro.

Partido Missão? Melhor chamar de Missão Cumprida.
A direita brasileira precisa abrir os olhos urgentemente. Não existe “direita de araque” que nasce de jantares e reuniões em Brasília com o ministro que mais persegue conservadores no país. Isso não é política, é colaboração.
MBL É MESMO DE DIREITA ?
MISSÃO É REALMENTE DE DIREITA?