
O homem que prometeu acabar com a guerra na Ucrânia com cerveja, demonstra sua completa identificação com a inépcia e a senilidade demonstrada pelo ex-presidente americano, Joe Biden.

É público e notório que Lula pediu aos seus companheiros para não permiti-lo participar das eleições presidenciais do próximo ano em situações extremas de fragilidade cognitiva como as do ex-presidente americano, Joe Biden, nas eleições de 2024. Contudo, se houver algum amigo sincero do presidente, não será necessário esperar para outubro de 2026, para informá-lo que a hora de parar já passou, há muito tempo.

Talvez ainda acreditando nas palavras arrependidas de outro ex-presidente americano, Barack Obama: "O cara", Lula persiga a ideia que só existe em sua cabeça (frágil), de que possui alguma relevância internacional.

Já não bastasse as declarações (toscas e desnecessárias)de Lula antes da consumação da vitória eleitoral acachapante de Donald Trump em novembro do ano passado(a volta do nazismo, com outra cara),

ou ainda a promessa de reciprocidade de taxação de produtos americanos (algo que se mostrou contraproducente com o seu colega colombiano), Lila relega o Brasil ao posto de "nanodiplomático", beirando ao status de pigmeu internacional, ao ousar tecer críticas ao presidente americano, que já está de olho no Brasil pelas crescentes denúncias de abuso de autoridade e censura do judiciário.

É completamente inoportuno, mas Lula já fez isso quando atacou Israel enquanto entre uma plantação e outra, pedia uvas de oliveiras e permitia navios iranianos atracarem no porto do Rio de Janeiro, sem a menor preocupação com a opinião do velho parceiro comercial brasileiro: os Estados Unidos.

Lula parece aproveitar de situações de conflitos para aparecer, não como mediador, mas como um comentarista político. Sem qualquer liturgia do cargo. É como se ele se enxergasse dando um pito em Trump e acalentando o Zelensky.

O petista criticou Trump e diz que Zelensky passou uma ‘humilhação’ no Salão Oval da Casa Branca.
A declaração foi feita durante uma entrevista no Uruguai, onde Lula disse que o comportamento foi “grotesco” .
“Desde que a diplomacia foi criada, não se via uma cena tão grotesca e desrespeitosa como aquela que aconteceu no Salão Oval da Casa Branca. Acho que há uma parcela da sociedade que vive do desrespeito aos outros. Zelensky foi humilhado, e na cabeça de Trump ele merecia isso”, concluiu Lula.

O encontro com o presidente ucraniano, Zelensky e Donald Trump na Casa Branca, ontem, sexta-feira (28), foi marcado por momentos de divergencia e grande tensão. O presidente ucraniano demonstrou incômodo com declarações do vice-presidente dos EUA, JD Vance, que criticou o apoio de Joe Biden à Ucrânia e defendeu negociações diretas com Vladimir Putin.
A discussão se intensificou quando Zelensky sugeriu que a Rússia poderia entrar em conflito com os EUA no futuro. Trump interveio e respondeu de maneira firme:
“Você não sabe disso. Não nos diga o que vamos sentir. Estamos tentando resolver um problema. Não nos diga o que vamos sentir. Porque você não está em posição de ditar isso”, declarou Trump.
Trump disse que a Ucrânia já havia recebido um grande volume de ajuda financeira dos EUA e cobrou uma postura mais grata por parte de Zelensky e chegou a pontuar que se não fosse a ajuda americana em armas e dinheiro, a guerra teria acabado em 3 semanas.
“Você tem que ser grato. Você não tem as cartas, está encurralado, seu povo está morrendo. Você está ficando sem soldados”

Aparentemente, Lula, que enfrenta uma desaprovação recorde de seu governo, faz uma arriscada aposta política quando tenta se imiscuir em tudo que se mostra relevante no cenário internacional numa sanha por notoriedade.

Enquanto faz esforço para ser notado, Lula se transforma num óbice para o avanço da diplomacia brasileira.
O presidente parece usar um relógio político sem pilha, o que seria patético do ponto de vista de sua história sindical.

Será que Lula não tem um amigo para dizer-lhe que, se no passado ele obteve algum prestígio internacional, as revelações da lava-jato e os 580 dias de prisão apagaram isso, e que as recentes denúncias de lawfare no Brasil levantou serias suspeitas sobre sua inclinação ao totalitarismo? Cadê Sidônio?
Alguém informe ao presidente que o momento ggeopolítico atual não permite esse tipo de postura nanodiplomática. Alguém acorde o presidente. Diga-lhe que o Brasil sofre sérios riscos de sanções econômicas e ele está colaborando fortemente para isso.
Não adianta plantar uma coisa e esperar colher outra. Uvas não nascem em oliveiras.
Sérgio Júnior