
As denúncias de Mike Benz sobre a interferência da USAID nas eleições brasileiras de 2022, deixam claro que os verdadeiros vassalos, entreguistas e prol imperialismo, sempre foram do espectro político de esquerda. Contudo, as interferências internacionais não começaram agora e vai muito além do que qualquer método engenhoso de repressão à liberdade de expressão ou uma simples influência eleitoral. Organizações internacionais operam em solo brasileiro, impedindo, direta e indiretamente, o desenvolvimento dos povos indígenas e, usando-os como "símbolo" cultural da selva Amazônica, culminando num eterno estereótipo internacional a respeito do Brasil.
Essa caricatura é o penhor das doações internacionais de indivíduos "caridosos" e instituições "solidárias" e "ingênuas" que nunca pedem nada em troca. AINORI
Na verdade, a esquerda (que governou o Brasil nesses 40 anos)não tem qualquer compromisso com o Brasil, nem com a soberania nacional. A esquerda loteia o território nacional para quem pagar mais. Aquele ensaio fotográfico de Lula com Macron deixa bem claro esse pensamento.

Essas denúncias sobre a USAID e a NED, são seríssimas e precisam ser tomadas as providências. Mas a única força que tem, de fato, apreço pela soberania nacional e, que rechaça toda interferência internacional no Brasil por meio de ONGs, é a direita, conhecida atualmente como o "Bolsonarismo".
Uma postura firme, coisa que Bolsonaro faz com certa facilidade, pode dissuadir o inimigo e valer mais que um exército inteiro.
Por isso, dizer que @jairbolsonaro estava lutando apenas contra o "sistema" ou contra o comunismo do PT e de Lula, é reduzir a quase nada a coragem dele.
Embora os discursos dele mirassem o PT e fez o povo cantar aquela "marchinha":
"Olê, olê, olê, olê, vamos para rua derrubar o PT", a capacidade de leitura geopolítica de Jair Bolsonaro vai muito além de uma visão partidária ou regional.
Hoje, com o benefício do tempo, é possível fazer uma síntese mais apurada não só da "gestão Bolsonaro" [2019-2022], mas da postura dele, enquanto presidente da República e da sua mensagem nas entrelinhas ao mundo: soberania nacional.
Lembra da hidroxicloroquina, ivermectina e outros?

Não era apenas porque Bolsonaro acreditava piamente que os remédios podiam salvar vidas em tratamento profilático, mas também para deixar claro que não ele aceitaria imposição de organizações internacionais no Brasil de como gerar o tratamento da doença. Talvez você não se lembra, mas Jair Bolsonaro encontrou com Tedros Adhanom, da (OMS), durante a cúpula do G20 em Roma, em outubro de 2021. Durante a reunião, Bolsonaro questionou Tedros sobre a origem do coronavírus, medidas de lockdown (prejuízos ao povo e à economia) e outros assuntos relacionados à Covid-19. A conversa foi informal e ocorreu à margem da cúpula, onde líderes mundiais discutiram várias políticas públicas, incluindo saúde e economia. Aquela conversa soou como se fosse a seguinte frase:
Jair Bolsonaro defendeu a soberania do Brasil em várias ocasiões durante seu mandato.

Na Assembleia Geral das Nações Unidas, Bolsonaro mencionou várias vezes a defesa da soberania brasileira, especialmente em relação à Amazônia. Ele criticava a interferência internacional e afirmava que o Brasil tinha capacidade de cuidar de seus próprios recursos naturais.

"A Amazônia é nossa, é do Brasil" Bolsonaro rebateu as CRÍTICAS INTERNACIONAIS (ONGs) sobre o desmatamento, argumentando que a Amazônia pertence ao Brasil e, que o país deveria ser livre para decidir como explorar e preservar essa região sem pressões externas.

Ele também defendeu uma política externa mais alinhada com os interesses nacionais, criticando acordos internacionais que, na sua visão, poderiam comprometer a soberania brasileira. Exemplos incluem sua postura em relação ao Mercosul e ao Acordo de Paris.
A viagem para a Rússia enquanto a guerra com a Ucrânia se mostrava iminente, foi uma prova de liderança, coragem e defesa do desenvolvimento e produção nacional.

Bolsonaro reforçou a importância das Forças Armadas para a defesa da soberania do país, aumentando o orçamento para a defesa e promovendo a participação do Brasil em exercícios militares internacionais para treinamento e cooperação, mas sempre sob a premissa de proteger os interesses nacionais.

Jair Bolsonaro, se aproximou e manteve relações políticas significativas tanto com Donald Trump quanto com Israel durante sua gestão.
Eles compartilham uma ideologia política e mantiveram uma relação de amizade e cooperação, se encontrando várias vezes para alinhar as políticas externas. Bolsonaro também mostrou um forte apoio a Israel, tanto em discursos quanto em ações políticas.

Ele foi o primeiro chefe de Estado brasileiro a visitar Israel logo após assumir o cargo, e mudou a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, reconhecendo Jerusalém como capital de Israel, seguindo o exemplo de Trump.
Ou seja, Jair Bolsonaro é um líder forte que se alia às nações importantes e que prega a soberania nacional, assim como Milei, Orban, Bukele, Trump, etc. Para combater as recentes denúncias de interferência internacional no Brasil por meio de ONGs, só há um nome capaz:
Jair Messias Bolsonaro