
“Eu não posso comprar aquilo que eu acho que está sendo exagerado o preço. Eu compro amanhã, eu compro outra coisa, eu compro similar” __ Lula
É inadmissível ouvir e praticamente impossível de acreditar que essa fala simplista e com a profundidade de um pires, veio de uma entrevista à radios da Bahia do atual presidente da República, no seu 3° mandato.
Segundo ele, o povo precisa de sabedoria na hora de ir ao supermercado. Na verdade, a culpa dos preços altos não seria da inflação, ou da alta do dólar, nem dos impostos sobre consumo, tampouco do alto valor do transporte de cargas que influi diretamente no preço final. Para Lula, a culpa é do povo. É o povo que compra. O povo não deveria comprar.
Segundo o chefe do executivo, se o povo deixasse de comprar, o preço da mercadoria baixaria. (É uma baixaria mesmo).
E Lula, no ápice da sua sabedoria empirica, ainda sugere que o povo precisa se educar. Nada anormal no Brasil atual.
É bem assim, quando o poder e a arrogância tomam conta da cognição do homem, ele pensa com uma espécie de "deontologia do soberbo", estufa o peito, imposta a voz e fala em: "educar", "editar" ou "recivilizar" a sociedade.
"A gente vai ter que fazer isso ".
Lula ativou o modo professor e falou com tanta propriedade que é capaz da população da Bahia terminar acreditando que a culpa é mesmo dela.

O presidente ainda usa um argumento apedeuta fazendo apelo à "consciência":
"Ora, se todo mundo tiver essa consciência de não comprar o que ele acha que está caro..."
Das duas uma: ou Lula não leva em conta que não se trata de "consciência", mas de "necessidade" do povo; ou ele deliberadamente ignora que a responsabilidade da política econômica é dele.
Nas entrelinhas, esse governo segue aquela máxima:
"quem não tem cão, caça com gato"
Ou seja:
--O café está caro, toma chá.
— Não pode comprar carne, vai de pé de frango.
— Não pode comprar alface, vai de chicória.
— Não pode comprar laranja, vai de outra fruta.
— O preço está alto? Não compra, ou leva um similar.
A FANTÁSTICA ESTRATÉGIA DE SE EXIMIR DE CULPA.
E o que é mais grave, se todos ouvissem essa ideia do presidente, o que aconteceria?
Na verdade, lula incentiva a quebra da economia da sua própria gestão, é SURREAL!!!
SIDÔNIO, É VOCÊ?
Quando o povo parar de comprar...
REDUÇÃO DA DEMANDA
Menos compras significam uma queda na demanda por bens e serviços. Isso pode levar a uma diminuição na produção, já que as empresas não verão a necessidade de produzir tanto se não há quem compre.
DESEMPREGO
Com a queda na produção, empresas podem reduzir a força de trabalho para cortar custos, resultando em aumento do desemprego. Maior desemprego, por sua vez, reduz ainda mais a demanda, criando um ciclo vicioso.
DEFLAÇÃO
Se a demanda cai significativamente, os preços podem começar a cair, levando à deflação. A deflação pode ser perigosa porque as pessoas podem adiar compras na expectativa de preços ainda mais baixos, exacerbando a queda na demanda.
FALÊNCIA DE EMPRESAS
Com menos receita, algumas empresas podem não conseguir manter suas operações e declarar falência, o que, além de aumentar o desemprego, pode levar a uma perda de confiança no mercado.
REDUÇÃO DE INVESTIMENTO
Investidores podem se tornar mais cautelosos, reduzindo investimentos em novos projetos ou expansão de negócios existentes, pois a expectativa de retorno diminui com a queda na demanda.
EFEITO NEGATIVO POTENCIALIZADO
Cada dólar não gasto pode resultar em uma redução maior na economia devido ao efeito multiplicador. Por exemplo, se uma pessoa não compra um produto, a empresa que vende esse produto não só perde a receita direta, mas também pode reduzir compras de fornecedores, afetando uma cadeia de negócios.
CRISE DE CREDIBILIDADE
A confiança dos consumidores e das empresas é crucial para a economia. Uma queda acentuada na compra pode levar a uma crise de confiança, onde as pessoas e as empresas esperam tempos ainda piores, reforçando o comportamento de não compra.
Olha, se o Lula pode se arvorar de estar ensinando alguma coisa a população baiana e a brasileira, uma lição que será impossível esquecer é que memória bucólica do passado, deve ficar no passado.
“Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois quando nele se entra novamente, não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou. Assim, tudo é regido pela dialética, a tensão e o revezamento dos opostos. Portanto, o real é sempre fruto da mudança, ou seja, do combate entre os contrários" __ Heráclito
Alguém, por caridade, socorra o Brasil...
Fonte: https://x.com/Metropoles/status/1887480750959653119?t=Zp5R5heNFSagNpl4puTe5w&s=19
Sergio Junior