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USAID SABOTOU BOLSONARO NO PLEITO DE 2022

EX-FUNCIONÁRIO DOS EUA REVELA TUDO

Sérgio Júnior
Por: Sérgio Júnior
04/02/2025 às 19h15 Atualizada em 05/02/2025 às 10h59
USAID SABOTOU BOLSONARO NO PLEITO DE 2022

"SE A USAID NÃO EXISTISSE, BOLSONARO AINDA SERIA O PRESIDENTE DO BRASIL"

 

(Michael Benz denuncia atuação da agência americana para influenciar eleições no Brasil)

O Financial Times trouxe a informação em junho de 2023, que houve uma campanha velada dos EUA nas eleições brasileiras de 2022. Porém, o que se descobre agora é muito mais grave e ataca diretamente a soberania nacional.

Michael Benz, ex-chefe da divisão de informática do Departamento de Estado durante o governo de Donald Trump, fez graves acusações sobre a influência do governo dos nas eleições brasileiras de 2022. Em uma entrevista ao programa The War Room, apresentado pelo ex-estrategista-chefe da Casa Branca, Steve Bannon, Benz afirmou que a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) teria desempenhado um papel central para prejudicar a campanha do ex-presidente Jair .

Segundo Benz, a Usaid financiou e coordenou uma ampla operação de censura e controle de informações no Brasil, com o objetivo de enfraquecer Bolsonaro, a quem ele chama de “Trump tropical”.

Usaid como ferramenta de influência política global

Benz descreveu a Usaid como “um agente flexível”, operando como um braço de influência política global entre o Departamento de Estado, o Pentágono e a CIA.

Ele afirmou que a agência declarou o populismo uma ameaça à democracia, o que justificaria uma “cruzada de censura” contra lideranças políticas alinhadas a esse movimento em diferentes partes do mundo.

“Quando ondas populistas varreram o mundo — nos EUA em 2016 com Trump, e com o que aconteceu em toda a  com Marine Le Pen, Matteo Salvini e Nigel Farage — a Usaid declarou uma guerra santa de censura contra cada um desses grupos populistas, incluindo Bolsonaro”, disse Benz.

“Sem interferência americana, Bolsonaro ainda seria presidente”

Benz foi categórico ao afirmar que a Usaid teve um impacto decisivo no resultado das eleições brasileiras.

“Se a Usaid não existisse, Bolsonaro ainda seria o presidente do Brasil e o Brasil ainda teria uma internet livre e aberta”, declarou.

Segundo ele, a agência investiu dezenas de milhões de dólares em operações de influência no Brasil, incluindo o financiamento de leis contra desinformação e pressão sobre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para censurar postagens de Bolsonaro em redes sociais.

“Foi a Usaid que gastou dezenas de milhões de dólares do dinheiro dos contribuintes norte-americanos financiando a pressão para aprovar leis contra desinformação no Congresso brasileiro, financiando os advogados que pressionaram o TSE a reprimir os tweets, mensagens no WhatsApp e no de Bolsonaro”.

Ele também citou um dos beneficiários da Usaid, que teria declarado publicamente que o objetivo era “eliminar o intercâmbio internacional de ideias entre o movimento Trump e o movimento Bolsonaro”.

Censura no Brasil foi “baseada inteiramente na Usaid”

Benz comparou a atuação da agência no Brasil a um “polvo de censura”, afirmando que seus tentáculos se estenderam por todo o ecossistema de informação do país.

Segundo ele, a Usaid financiou veículos de comunicação, ONGs e grupos de advocacia para controlar o fluxo de informações e reprimir vozes dissidentes.

“A Usaid gasta bilhões de dólares todos os anos para controlar a mídia”, disse Benz. “Todos os principais veículos de comunicação na  são financiados pela Usaid. Todos os principais veículos de comunicação no Ocidente e em muitas partes da África e da Ásia Central fazem hoje o que a CIA costumava fazer.”

Ele comparou a estratégia da Usaid com a Operação Mockingbird, um programa da CIA nos anos 1950 e 1960 para influenciar a mídia internacional. “Todo mundo se lembra da Operação Mockingbird, certo?”, perguntou. “Pois bem, isso agora se chama Usaid Media Sustainability and Media Assistance.”

O jornal indiano Times of India traz a seguinte matéria:

Capacitação e interferência estrangeira: ex-funcionário explica por que a USAID não tem "nada a ver com ajuda"

TIMESOFINDIA.COM / 3 de fevereiro de 2025, 18:20 IST
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IRLANDA CARDOSO BARBOSAHá 2 anos GravataíExcelente texto. É lamentável e gravíssimo o que estamos vivendo nos últimos tempos, no Brasil e no mundo - Imagina o que ainda há por vir !
Hermínio NaddeoHá 2 anos São Paulo - SPExcelente artigo!
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Sérgio Junior
Sérgio Junior
Sérgio Júnior é um escritor e pensador brasileiro, graduado em artes da teologia, membro n°23 da Academia Internacional de Literatura Brasileira de NY (AILB).
Um romancista ficcional, analista de cenários sociais, poeta e filósofo.
Em 2021 e 2022, disputou os prêmios de destaque literário pela Focus Brasil na AILB, idealizado por Nereide Lima e na premiação "Melhor do Brasil na Europa ", pela revista "High Profile Magazine" na Inglaterra, por causa do sucesso do livro "Eu no seu funeral" lançado pela CRV editora no Paraná.

Recentemente, Sérgio Júnior tem sido notícia em vários portais na internet , por seu livro " O SEGREDO DOS NEGROS VENCEDORES " lançado em 2023.

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