
RECADO PARA A CORTE E AO MINISTRO ALEXANDRE

Nesta sexta-feira internautas se reuniram para escrever uma inédita carta para o ministro Alexandre de Moraes e para o STF sobre o equívoco de se negar a autorização de viagem do ex presidente da República, Jair Messias Bolsonaro para a posse do presidente americano Donald Trump.
Fato é que muitos jornais internacionais deram destaque à decisão do ministro e isso preocupou a geopolítica em relação às recentes queixas de cidadãos brasileiros exilados no exterior sob o argumento de perseguição política. Em tese, a decisão do ministro, confirma o que os exilados e jornalistas independentes já dizem.

A seguir a transcrição da mensagem:
"Alguém poderia enviar essa mensagem à Suprema Corte em regime de urgência?
"Senhor ministro Alexandre de Moraes e em extensão a toda Corte Constitucional;
Diante da manifestação de comoção nacional e internacional a respeito da vossa decisão desta quinta-feira 16 de janeiro de 2025, negando a liberação do passaporte do ex presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, venho por meio desta, incitar a vossa excelência a imediata reflexão e a anulação da vossa decisão.
Os argumentos utilizados por vossa excelência
1 - A negação anterior do colegiado não é atemporal e pode ser alterada sobretudo dado ao evento ser de apenas um ia no exterior e a própria defesa do presidente indicar o prazo entre 17 e 22 de janeiro de 2025.
2- Sobre o indiciamento, é sabido que indiciamento não pode ser visto como condenação e que é meramente decisão de uma instituição que precisa da apuração minuciosa da Procuradoria geral que é quem decide se oferece ou não uma denúncia.
3- Sobre o risco de fuga, baseado em uma fala do presidente: é sabido de todos que não é necessário ir a América para se pedir asilo politico. Isso pode ser feito em qualquer embaixada no Brasil ou em países da América do Sul. Portanto, não é razoável argumentar que exista essa possibilidade na viagem aos EUA.
Ademais é ocioso apontar que Jair Bolsonaro é um cidadão que discorre de ponta a ponta do território brasileiro e possui um comportamento cordial, cortês e cooperativo com as autoridades judiciais.
Sobre os argumentos da PGR, na pessoa de Paulo Gonet:
"A situação descrita não revela necessidade básica, urgente e indeclinável, apta para excepcionar o comando de permanência no Brasil, deliberado por motivos de ordem pública”,
“É ocioso apontar que o requerente não exerce função que confira status de representação oficial do Brasil à sua presença na cerimônia oficial nos Estados Unidos” -- não são de modo algum fatores impeditivos que fundamentem a decisão exarada. As pontuações são de campo opinativo e subjetivo sem qualquer concretude ou decisão transitada e julgada.
JAIR BOLSONARO É:
- Ex presidente da República do Brasil e em março completa 70 anos.
- O maior líder de oposição do país.
- Presidente de honra do PL, (Partido) que é um título honorífico dado a membros destacados que lutaram por sua existência ou de alguma forma marcaram sua trajetória, mas que não ocupam mais cargos na diretoria executiva e não possuem autoridade oficial.
Em adição, cabe salientar que a geopolítica se reorganiza a partir da eleição do presidente da maior nação do mundo @realDonaldTrump e que é amigo da família e de Jair Bolsonaro.
Em nome dos interesses nacionais, e a fim de evitar um conflito desnecessário com os EUA; afim que a imagem do Brasil não se perpetue lá fora como uma ditadura (algo que já é ventilado ), é plausível que o magistrado recue da decisão de desautorizar o presidente de honra do maior partido de oposição do país de viajar para a posse do presidente americano.
Visto que o prazo é exíguo(dia 20 éa posse), pede-se urgência na deferência e na liberação.
E reitera-se que a concessão é por tempo de pouco menos de 7 dias. Isto é, entre 17 e 22 de janeiro de 2025. O documento poderá ser reentregue logo do retorno do presidente ao país, se essa for uma exigência de vossa excelência.
Cordialmente, equipe de profissionais analistas políticos da Internet. "

Até o final da reportagem , não foi sabido se a mensagem chegou ao Supremo ou a algum ministro