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Qual a próxima, Overton?

O POVO ACORDOU

Sérgio Júnior
Por: Sérgio Júnior
10/12/2024 às 12h21
Qual a próxima, Overton?

OVERTON FOI FORÇADO A FECHAR A JANELA 

Entre 2019 e 2022, talvez por causa do fenômeno hipnótico de stress que um certo vírus causou no mundo, ou em virtude de uma paixão desenfreada por imunizar forçadamente certos "frágeis", que não seriam realmente imunizados, mas acreditavam piamente nisso; foi aberta uma janela de discurso e de metodologia repressora da liberdade no mundo inteiro. Overton abriu a janela, mas pelo menos três personagens não quiseram olhar por ela: Trump, Bolsonaro e Djokovic. 

Nessa janela, assuntos como golpe de Estado e democracia, revezavam com os assuntos: "picadas de imunizantes e prisão de manifestantes. Nessa toada, uma nata de totalitários tomaram o controle do debate público e suprimiram vozes dissidentes. Isto, com o apoio maciço da mídia e do aparato estatal da força militar, jurídica e política: todos contra o cidadão de bem. 

Seja nos Estados Unidos ou no Brasil (os maiores e mais importantes na formação do debate das Américas do Sul e do Norte), os tirânicos lograram êxito enquanto a hipnose do medo do "vírus do oriente" esteve em evidência e, o povo aceitava passivamente. 

Logo que o desconhecido "filhote de morcego" disse "até logo" em bom mandarim, Overton trouxe as cortinas do "golpe de estado" e da "invasão do Capitólio" e fechou a janela do lado direito(prendendo Trump e Bolsonaro num quarto de hibernação), deixando a parte esquerda da janela escancarada e Djokovic entregue a polícia secreta migratória e aos elitistas de Wimbledon. 

Acontece que Biden, o principal rosto que aparecia na parte esquerda da janela, se mostrou um fiel representante da sua equipe: profundamente inapto para a gestão de uma nação, analfabeto funcional e senil. Aliás, como a maioria dos que olham por esse lado da janela.

Assuntos que outrora estavam proibidos, conseguiram escapar da "casa de Overton" e brigaram com as moças das "PSYOPs das telas" e invadiram as redes Muskianicas, o que provocou uma enorme redução do poder paralisante da hipinose de stress que pairava no ar. 

Assim, as pessoas, cidadãos comuns, acordaram. Com choque do laptop do filho de Biden nos EUA, com a ilha Epstein e com a trilha sonora de "Som da Liberdade"(Sound of Freedom), o Brasil teve a possibilidade de enxergar que, mais uma vez, estava sendo vítima de uma elite imperialista, totalitária e antidemocrática. 

Ou seja, o que Djokovic suspeitava, estava sendo confirmado pela supressão das vozes de @jairbolsonaro de @realDonaldTrump e de milhares de vozes ao redor do mundo todo.

Atualmente, pessoas que antes estavam inebriadas pelo advento woke, perceberam que os representantes desse "totalitarismo imperialista" não têm nenhum compromisso com as minorias ou qualquer ideologia política. Ao contrário, eles vendem as riquezas da nação, são vassalos do oriente, vendilhões da pátria e adoradores de ONGs internacionais, que enchem os bolsos dessa nova autocracia brasileira e, que impedem o nosso povo de se desenvolver; escravizam os povos amazônicos e querem que os indígenas não explorem as terras destinadas à eles, para que vivam eternamente no paleolítico.

Apesar da insistência para manterem a janela de Overton aberta em pleno final de 2024, o povo já descobriu a trama. 

Os brasileiros simples de esquerda e de direita já sabem que os tais imunizantes não imunizam quase nada e, que a imunidade parlamentar do artigo 53, está lutando para se manter de pé. 

Pois é o único antídoto vivo.

A janela de Overton já fechou-se. 

Não adianta insistir. 

Saiu da fase do "aceitável", já está na fase do "radical/impensável".

Golpe de Estado não se dá com bola de gude, biblias e algodão-doce.

O povo acordou.

A parte direita da janela está se abrindo novamente e Donald Trump escapou do quarto. Certamente, ele não deixará o seu amigo sozinho. 

O mundo que esteve hipinotizado, agora clama por liberdade de expressão. E não haverá botas, armas, togas, ou aparatos midiáticos que possam parar essa força. 

Liberdade!

#Bolsonaro2026

Sergio Junior

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Sérgio Junior
Sérgio Junior
Sérgio Júnior é um escritor e pensador brasileiro, graduado em artes da teologia, membro n°23 da Academia Internacional de Literatura Brasileira de NY (AILB).
Um romancista ficcional, analista de cenários sociais, poeta e filósofo.
Em 2021 e 2022, disputou os prêmios de destaque literário pela Focus Brasil na AILB, idealizado por Nereide Lima e na premiação "Melhor do Brasil na Europa ", pela revista "High Profile Magazine" na Inglaterra, por causa do sucesso do livro "Eu no seu funeral" lançado pela CRV editora no Paraná.

Recentemente, Sérgio Júnior tem sido notícia em vários portais na internet , por seu livro " O SEGREDO DOS NEGROS VENCEDORES " lançado em 2023.

Site do autor na Amazon.

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