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O POVO QUE NÃO QUIS VIVER COMO PORCOS

Perdeu, Goebbels!

Sérgio Júnior
Por: Sérgio Júnior
09/08/2024 às 12h58 Atualizada em 10/09/2024 às 10h10
O POVO QUE NÃO QUIS VIVER COMO PORCOS

O POVO QUE NÃO QUIS VIRAR UM REBANHO DE PORCOS

 

Olá, tudo bem? Então, eu não sei onde, como e quando você está lendo essa mensagem, mas é importante que você esteja consciente que esse direito que você tem hoje, custou muito caro há um bom tempo. Eu sei que pode parecer estória de avós ou de gente das antigas, que seja. Porém, eu preciso te dizer o que você não viu nos livros nem na internet porque foi tudo mudado e contado de uma forma onde faz até parecer que nós éramos errados ou extremistas. 

Sim, essa era do conhecimento, ou seja, esse período em que você vive onde a informação circula livre e você fica sabendo sobre os crimes que ainda acontecem contra a humanidade, contra a liberdade de expressão — a liberdade de uma forma geral — e contra o desenvolvimento humano, foi uma conquista muito dolorosa.

Houve um tempo, mas precisamente entre os anos de 2020–2024, que algumas organizações mundiais milionárias, criaram uma engenharia de controle da informação, e quiseram fazer da obra distópica (1984 — George Orwell) uma realidade inquestionável. A ideia era do a “grande irmão”, personagem extraído do livro de Orwell, que controlava tudo — sabia de tudo. Isso era inoculado na mente das pessoas, incutindo e difundindo o medo e a desesperança em pleno século XXI. Eles tentaram a todo custo (utilizando as forças de repressão do estado), cercear a liberdade das pessoas de expressarem suas opiniões, sobretudo as que suscitassem o livre direito de criticar as instituições, ou qualquer organização nacional, ou internacional. 

Nessa época, provavelmente você nem era nascido, ou era uma criança, mas as pessoas estavam profundamente ligadas por uma ideia bucólica e hedonista e não tinham muito interesse no poder da coletividade, estavam muito envolvidas em questões individuais e não se percebiam como agentes de transformação social e cultural. Todos os tipos de crime eram tolerados. A corrupção era algo já visto como algo impossível de ser combatido e a frase mais abonadora utilizada em relação a tudo isso era oriunda de um filme, Tropa de Elite: "o sistema é phoda". É, eu sei, parece estranho que isso possa ter acontecido, mas é real sim.

Esse panorama deixava claro que a ideia de controle da informação de Joseph Goebbels (ministro da propaganda nazista): 

“dê-me o controle da mídia e eu farei de qualquer país um rebanho de porcos”,

 havia prosperado no mundo inteiro, ou pelo menos era o que parecia. O sucesso da estratégia de conformismo mundial se deu por pelo menos dois motivos: 

1 — a indisposição de qualquer pessoa mais antiga de pensar na possibilidade de lutar contra algo que para eles, parecia indissolúvel, pois a ideia de “tiro no pé” era clara, já que quem podia fazer alguma denúncia e expôr o tal sistema de controle, não era parte dos “proletas” (que nessa época estavam completamente alheios ao que aconteciam e só se preocupavam com o que iam comer, com praia, esporte e sexo) como sugerido na obra de Orwell, mas era alguém de dentro do próprio sistema. 

2 -- faltava coragem nos homens, e muitos se beneficiavam das benesses, num ciclo vicioso de corrupção mútua. Não havia um líder político que propusesse e mostrasse disposição de lutar contra o sistema de domínio e espólio interno, nem qualquer protetor de riquezas das nações ainda emergentes contra nações ditas poderosas que roubavam continentes como a áfrica e a América do Sul. 

A engenharia de controle foi instaurada e experimentada em vários países que serviam de laboratórios culturais e sociais para experimentos ditatoriais que, em alguns lugares, muitas pessoas viveram dias horrendos como vivem na China, na Coreia do Norte e em outras nações comunistas/socialistas.

Talvez você esteja se perguntando o motivo pelo qual essa engenharia social quis escravizar o mundo.

Bem, eu explico:

Durante muitos anos, a informação, ou seja, tudo sobre fatos históricos, razões de guerra, cura de doenças, economia, cultura e política, eram contados por único lado, sem qualquer possibilidade de contra argumentação. Na verdade, nenhum conhecimento era liberado, para que as pessoas não pudessem ter consciência de nada e nem questionar qualquer atitude suspeita. Até que surgiu a internet e se expandiu no mundo inteiro. Isso uniu o mundo e acelerou a informação de modo a descontrolar o conteúdo que chegava para as pessoas. A televisão, a mídia tradicional (braço forte do sistema) perdeu a hegemonia da informação e o povo começou a ter, em questão de minutos, acesso a informações que anteriormente eram sonegadas e escondidas. Assim, um movimento informativo e educacional, ainda que descentralizado e misturado com conteúdos nocivos à sociedade, trouxe a tona a fragilidade do sistema de controle, assim, o medo e a ignorância da maioria do mundo foi reduzindo gradativamente. O sistema reagiu com repressão, mas de modo atabalhoado, ficou nu e exposto, mas ainda altivo e arrogante.

Se por acaso alguém (até os de dentro do sistema) questionasse, era tido como negacionista e a mensagem recebia a alcunha fomentada na mídia de "fake news", podendo ser investigado, julgado e preso.

Esse movimento se autonominava "defensores da democracia", mas agia exatamente ao contrário, de forma antidemocrática. Por isso que foi um período muito comparado com a obra 1984 de George Orwell. Outra obra que foi muito ligada a esse período cinzento, foi a obra" O processo" de Franz Kafka. Isso porque alguns juízes também mandavam prender pessoas, faziam buscas e apreensões nas casas de pessoas que ousavam lutar contra o sistema, mas os juízes (como na obra de Kafka) não apontavam os crimes.

Alguns países reagiram de forma inspiradora e altiva, mesmo que pagassem um preço muito alto pela ousadia de pensar e lutar pela liberdade. Contudo, dois países se destacaram enormemente no cenário mundial: na América do Sul, o Brasil, e na América do Norte, os Estados Unidos. Esses dois países passaram por um ponto de inflexão política muito forte e trouxe uma espécie de "eureka" para as duas sociedades.

Nos anos de 2020 e 2021 aconteceu (o que para mim foi a Terceira Guerra Mundial) uma pandemia de um vírus fabricado em laboratório como arma de guerra e o mundo entrou em colapso. No entanto, também se levantaram muitas pessoas que entenderam que estavam sendo vítimas de um grande complô que potencializou a indústria farmacêutica e, ao mesmo tempo, em que desnudou o estado no que tange à gestão de crises, engrandeceu-o na repressão e no controle totalitário da população, na economia e na liberdade individual do homem; tudo justificado pelo pretexto de contenção da contaminação viral que assombrava o mundo, matando muita gente. O sistema colocou todo mundo em casa e as economias colapsaram. Contudo, os homens mais ricos do mundo se enriqueceram ainda mais durante esse período, enquanto a pobreza aumentou e, segundo a Oxfam, cerca de 5 bilhões de pessoas ficaram mais pobres, 60% da população mundial daquela época.

O Brasil, foi um agente transformador social, político e cultural, nacionalmente e até internacionalmente, pelo brilhantismo político e comunicativo de um homem chamado @jairbolsonaro. Homem de muita garra e experiencia política, ele teve o apoio de um homem muito humilde, porém de grande inteligência, o filho dele, @CarlosBolsonaro. Este último, foi a coluna principal do "boom" comunicativo através da internet e potencializou o alcance do pai através nas redes sociais, o que pegou o sistema de surpresa.

O "Mito", como ficou conhecido, já vinha se destacando na mídia por suas opiniões politicamente incorretas, mas muito apreciadas pelo povo e por mim, é claro. Isso desde os anos de 2013,2015... Portador de uma coragem e de um poder de aglutinação incomparável naquela época, ele revolucionou o pensamento do povo brasileiro. Aquele mesmo povo que antes era propositalmente mal-informado, recebeu informação e mais que isso, se identificou com a figura de um líder que demonstrou coragem para falar coisas que ninguém tinha coragem. Em 06 de setembro de 2018, tentaram assassinar o então candidato Jair Bolsonaro com uma facada na barriga. Contudo, Graças a Deus ele se recuperou e naquele mesmo ano foi eleito presidente da república do Brasil. E unificado com o então presidente dos EUA Donald Trump, movimentou o Brasil de maneira nunca vista.

Pois bem, meu caro leitor, apesar das inúmeras tentativas de implantar o comunismo no Brasil, não deu certo. O sonho de Goebbels não se concretizou no Brasil, não mesmo. Muito pelo contrário, O país se uniu em torno da figura de Bolsonaro de um modo que inspirou outros países no mundo inteiro. O nível de unidade e pensamento patriótico era tão impactante que a mídia tentava a todo custo esconder. Naquela época eu cheguei escrever um texto falando do ambiente que era esse movimento de despertar conservador:

"OS BENEFÍCIOS EMOCIONAIS E ECONÔMICOS DO EVENTO QUE A TV IGNORA.

 

- O homem que aluga drones alugou os 5 que tinha. 

- Os vendedores de água estão felizes. Vendendo muito.

- Praia lotada e quiosques felizes. 

- Postos de combustíveis lotados, motos e carros abastecendo. 

- A cidade que recebe o evento é movimentada economicamente.

- O motorista de aplicativo fez 10x mais corridas no dia do evento. 

- O mototáxi do bairro também fez.

- Os vendedores de sorvete da cidade e do bairro venderam bem mais.

- A quantidade de fotos e videos postados nas redes aumentou exponencialmente, hoje.

- Os restaurantes ficaram abertos até mais tarde para atender os clientes. (Fizeram fila de espera)

- O camelô vendedor de pau de self, vendeu mais. 

- O mercadinho vendeu água e protetor solar. 

- O vendedor de bandeiras e camisas do Brasil, tá feliz ☺️

-A lojinha vendeu mais capa, carregador e protetor de celular. 

- Os hotéis estão lotados. 

- A venda de passagens de ônibus aumentou nas rodoviárias das cidades próximas. 

- As compras de passagens de avião também. 

- O vendedor de churrasquinho, pastel e caldo de cana, teve que renovar o estoque. 

- Os policiais estão sendo mais respeitados pela população. 

- A sensação de segurança aumentou nos bairros próximos ao evento. 

- A sensação de união e de felicidade das pessoas aumentou.

- Por incrível que pareça, está havendo mais crianças nas ruas, idosos, são famílias inteiras. Uma coisa linda.

- Há uma enorme disposição nas pessoas, um brilho no olhar e uma beleza no sorriso de admiração. 

- Como é bom esse sentimento de pertencimento, como está lindo o nosso bairro, a nossa cidade está em festa.

- Que emoção, que alegria, que ausência de medo!

- Obrigado Deus!

- Obrigado por esse evento em nossa cidade. 

- Obrigado meu presidente @jairbolsonaro, é uma pena que isso não passa na tv por aqui, mas ao menos por um dia, o dia de sua visita, nossa cidade estve como deveria ser todos os dias; num país sério, livre, seguro e democrático. 

Obrigado JAIR BOLSONARO." 

 

É claro que o antigo sistema se levantou para contra atacar e o tão grande líder brasileiro teve que sair de cena. E o povo sofreu a tristeza do retorno da corrupção sistematica. Muitas pessoas foram presas e perseguidas e consideradas como criminosas, muitos apoiadores do presidente tiveram suas vidas vilipendiads e foram humilhados, mas nunca negaram o ideal de vida. Muitos deles se fortaleceram e, mesmo depois de serem afastados do governo em 2022, o movimento continuou imparável.

No dia 25 de fevereiro de 2024, Jair Bolsonaro chamou o povo para uma manifestação na Avenida Paulista- São Paulo. Era o dia ideal para se reerguer depois de um tempo de grande silencio e sofrimento. O evento foi organizado por um pastor muito conhecido no Brasil por seu jeito aguerrido de ser e de falar, @PastorMalafaia. O evento foi espetacular.

Um líder brilhante e carismático, agiu como um pai quando direcionou como e quando o povo deveria se manifestar, inclusive até como se vestir. Era visível o cuidado do presidente com a integridade física e a segurança de seus apoiadores. O que mostra que, as prisões de apoiadores inocentes no 8 de janeiro de 2023 e de homens próximos a ele machucaram-lhe muito. E ele, de cabeça erguida e consciente do seu poder de influência, fez um discurso extremamente poderoso no que tange à unificação do povo brasileiro. Foi além de qualquer discurso de verve política, foi paternidade pura, foi responsabilidade e maturidade, foi icônico e indelével.

 

A política brasileira, sem qualquer hiperbole, já tinha sido privilegiada por ter um homem tão heterogêneo em suas características e surpreendente em sua visão e identificação do potencial de liderança alheio. Porém, a surpresa maior que o Brasil parou para ver brilhar na Avenida Paulista, foi o homem conhecido por seus detratores como inconsequente e agressivo, colocar uma multidão no colo e em outras palavras dizer: "viremos a página, vamos avante, ainda resta esperança".

E aquele povo que, talvez alguns com temor e desesperança, ouviu atentamente ao convite do líder político, escutou uma conversa cheia de sabedoria e espiritualidade de um pai. Jair Bolsonaro, certamente fez o melhor discurso de toda a sua vida política. De modo que, as pessoas que o apoiavam como um candidato apenas de direita e valores cristãos, viram que ele era muito além disso. E aqueles que não o apoiavam por alguma comunicação truncada, perceberam que não era bem assim.

Daquele dia em diante, o movimento conservador crescia assustadoramente e as máscaras do sistema caíam uma a uma a cada dia que passava. Os olhos da população foram abertos por pensadores que faziam vídeos na internet e informava ao povo das coisas que aconteciam por debaixo do tapete e toda hipocrisia da esquerda, que nessa época, estava em completo declínio no Brasil e no mundo.

 

Esse é um breve resumo da história do nosso povo, para que você não caia em nenhuma narrativa mentirosa. Eu era um deles, e tenho orgulho de ter participado dessa transformação social e cultural do nosso país. O preço pago foi alto, muitas pessoas foram presas injustamente e condenadas a muitos anos de prisão, até um homem chamado Clériston (Clezão) morreu no pátio da prisão, mas o Brasil não desistiu de ser livre. 

Se não fosse Bolsonaro e o movimento conservador emcabeçado por ele, mas sobretudo a força do povo brasileiro, a mídia retomaria a hegemonia da informação( o principal braço do sistema) e os projetos de lei de censura das redes sociais passariam facilmente no congresso, e hoje, segundo a ideia de Goebbels, todos nós seriamos um "rebanho de porcos". O povo brasileiro decidiu que não seríam porcos. A partir de então, todos nós somos, Deus, Pátria, Família, Propriedade Privada, Direito a Legítima Defesa....

Somos LIBERDADE!!!!!

Sergio Junior

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Sérgio Junior
Sérgio Junior
Sérgio Júnior é um escritor e pensador brasileiro, graduado em artes da teologia, membro n°23 da Academia Internacional de Literatura Brasileira de NY (AILB).
Um romancista ficcional, analista de cenários sociais, poeta e filósofo.
Em 2021 e 2022, disputou os prêmios de destaque literário pela Focus Brasil na AILB, idealizado por Nereide Lima e na premiação "Melhor do Brasil na Europa ", pela revista "High Profile Magazine" na Inglaterra, por causa do sucesso do livro "Eu no seu funeral" lançado pela CRV editora no Paraná.

Recentemente, Sérgio Júnior tem sido notícia em vários portais na internet , por seu livro " O SEGREDO DOS NEGROS VENCEDORES " lançado em 2023.

Site do autor na Amazon.

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