
Há uma fortíssima e sondável razão (basta começar a refletir bastante em torno) para não deixarem sobrevoar, explorar, desbravar, etc… a Antártida.
Mas deixemos, por ora, e à margem, o muralhado anel de gelo do sistema Terra – sim, anel; não a intrujice de “Polo Sul”…
Foquemos na outra gêmea intrujice – o “Polo Norte”, que de “Polo” também não tem nada, pois está no centro fixo e equidistante de todos os pontos do anel de gelo que nos abarca.
É o “Norte”, sim, mas de todo e qualquer ponto a sul da circunferência Antártida.
O norte magnético…
Algures na inóspita e ignota (mas tão súbita e mediaticamente disputada) Groenlândia.
Não vos iludais.
Tal mediatismo acerca é mais uma psy-opp diversionista.
Há muito, muito mesmo, que os “nossos arquitetos & engenheiros” sabem o que se encontra na Groenlândia e águas territoriais adjacentes – sua posse, pavilhão e bandeira são só para “inglês ver”...
Mas o que será que ela terá de tão precioso além da extensa área de gelo?
É ali que se encontra a “pupila” desta nossa sistêmica divina de onde emergem / se expandem os fluxos aquíferos e as marés marítimas / oceânicas (esquecei a Lua que é fator de uma outra equação), bombeando para dentro e para fora como um coração pulsante.
Já percebestes que TODOS os aspetos da anatomia humana são meticulosamente concebidos como uma micro realidade da Terra.
“Assim como é dentro, é fora”…
O fractal do todo…
Tal como nós temos um centro cardíaco pulsante que cria o nosso campo eletromagnético toroidal, também a Terra tem o seu.
Poder-se-á dizer às pessoas, de geração em geração, que será apenas uma coincidência que as nossas partes do corpo correspondem a todos os padrões Fibonacci da Terra, que o nosso sistema nervoso tenha uma forma visivelmente idêntica à dos raios, ramos de árvores, raízes e rios, que as nossas impressões digitais correspondem aos anéis das árvores, que o nosso globo ocular seja uma cópia perfeita, em microescala, da configuração geral do Reino Terrestre, etc…, sem que elas alcancem o devido discernimento e ampla consciência de tudo isto?…
Ao enxergardes que existe um vórtice a bombear energia para dentro e para fora dos oceanos bem no meio do nosso mundo — similar à forma como os nossos corações bombeiam sangue pelo nosso sistema cardiovascular — a religião dum “planeta a viajar pela sideralidade” acaba de vez.
CORAÇÃO / HEART = anagrama de TERRA / EARTH.
Só não o vereis se não quiserdes…
O tal do Monte Meru (também conhecido como Rupes Nigra / “Black Rock” – o maior fundo monetário e dono de todas as mercadorias deste mundo, caprichosamente, ostenta tal denominação), a força magnética que puxa todas as nossas bússolas para norte, é o “porta-estandarte” do Norte Magnético.
Por último, mas não menos importante, é o Sol Negro que está, de igual modo, abaixo deste “vórtice pupilar”, atuando, por sua vez – além de gerar e destilar, ininterruptamente, crude, gás e magma – como a fonte submersa de energia de todo o sistema de campo toroidal que nos envolve.
Ele é, essencialmente, a “bateria do subsolo”, assim como o Febo radiante acima energiza, em emerso espectro, tudo o que existe neste lugar simulado, tridimensional, estacionável e selado.
Que fique só entre nós o que acabastes de ler.
É só mais um retalho delirante e alucinógeno de um andarilho que não quer calar e que sente uma compulsão em ecoar...
Eco