
Antes da Bíblia,
Antes do Alcorão,
Antes da Torá…
Havia, e sempre haverá, uma verdade que certas e determinadas criaturas, em suas passagens por aqui, sempre compreenderam e discerniram:
A Trindade Original antes de ser lavrada em livro dava (e dá!) pelo nome de Energia, Frequência e Vibração.
Muito antes das autoproclamadas “religiões oficiais” nos doutrinarem a adorar algo externo a nós próprios, uns druidas, aqui e ali, já “matavam a charada”:
“O nosso estado de ser funciona como um ímã – qualquer energia possuída atrairá o seu próprio reflexo de volta para si”.
Pois, então, o Criador não necessita de mais adoração.
O Criador não precisa de mais louvor.
O Criador precisa unicamente de mais encarnação, personificação e cocriação.
O Criador precisa de mais seres humanos que escolham viver com o seu Eu Divino, que possuem e portam, cocriando em vez de só rogar, e se alinhando em vez de temer e / ou, passivamente, reverenciar.
Não honreis o Divino diminuindo-vos.
Honrareis o Divino expandindo-vos.
Tornando-vos a prova viva de que aquilo que criardes falará através de vós.
Vibrando mais alto ou mais baixo quando necessário ou conforme as circunstâncias.
A vossa frequência será o que fareis com ela.
Movimentá-la com intenção e estratégia criará movimento e manifestações comumente conhecidas como obras de arte, feitos, façanhas, magia e milagres.
Energia.
Frequência.
Vibração.
Essa é a escritura original.
Essa é a prima e genuína trindade.
A mais basilar, estruturante e ancestral das espiritualidades…
Eco