
É possível imaginar que alguém consiga ficar famoso e que seu nome ecoe no mundo todo: é o caso de alguns ricos, atores, jogadores e artistas.

Porém, em tese, é inimaginável alguém conseguir ser tão superior em grau de importância que a mídia prefira falar sobre ele todos os dias ao invés de explorar eventos de caos social ou econômico da época, como: guerras; ataques terroristas; desemprego; crescimento da violência; insegurança jurídica e corrupção. Para algo assim, a pessoa precisaria ter alcançado um grau de importância tão grande que fosse inevitável falar dela.
E se analisarmos o fato desta era ser muito célere, onde informações se fundem e, após causarem algum impacto, evaporam em questão de minutos; é ainda mais inconcebível imaginar a permanência de um único nome vibrando diariamente no dinâmico debate público.
O que acontece com Bolsonaro (@jairbolsonaro) é sem precedentes e improvável que alguém consiga repetir tal feito.
Bolsonaro não é apenas um nome que resiste ao esquecimento rápido da era digital. E a clara tentativa de organismos políticos e jurídicos de apagá-lo do debate público, o tornou ainda mais notório.

Jair opera como um plantador de girassóis e, o fenômeno biológico da planta, é exatamente o que o povo brasileiro demonstrou nesses anos.
O caule do girassol jovem cresce de forma diferencial, o que faz a sua flor acompanhar o movimento do sol. Esse movimento não é passivo é uma estratégia eficiente de maximizar a captação de energia solar para crescer mais rápido e mais forte.
Quando a planta amadurece, ela para de girar e fixa-se, olhando permanentemente para a direção do nascer do sol. O paralelo é evidente: Bolsonaro atuou (e atua) como a fonte de orientação inicial. Milhões de brasileiros, como girassóis jovens, se alinharam a ele por reconhecerem nele a direção que maximiza valores, princípios, visão de país e resistência ao sistema.
As ruas amarelas das manifestações representam o campo de girassóis em movimento, todos virados para a mesma "fonte de luz": Bolsonaro.

O diferencial está na multiplicação, ele não formou apenas seguidores. Formou líderes que, por sua vez, viram “fontes secundárias” de orientação. Cada apoiador que assume posição, grava vídeo, organiza grupo, debate na família ou no trabalho, torna-se um novo “girassol”.
O movimento inicial gerado por Bolsonaro continua mesmo ele estando preso, doente e incomunicável, porque o povo já aprendeu a direção. O padrão foi internalizado.

Flávio Bolsonaro exemplifica a fase de maturação e expansão do plantio. Ele não surge como um novo plantador isolado, mas como um dos primeiros girassóis maduros que brotaram do campo original. Fixado na mesma direção, já serve de referência estável para novos brotos que surgem ao seu redor. Seu desempenho, liderando e consolidando apoio (como mostram as pesquisas) demonstra que o filho do plantador não substitui o pai, ele o eterniza. E continua crescendo mesmo sob condições adversas.
A multiplicação de lideranças se fortalece com girassóis que, uma vez maduros, guiam os próximos sem precisar de nova instrução central. Isso explica por que o nome de Bolsonaro não evapora, mesmo em meio ao ruído acelerado da informação.

Não é carisma passageiro, é engenharia de multiplicação de pensamento e capacidade de formar lideranças. Bolsonaro plantou girassóis que não voltam a olhar para o lado sombrio. E girassóis maduros ( como @FlavioBolsonaro ), já sabem onde o sol nasce e fazem o campo inteiro seguir o mesmo rumo.
Essa capacidade de formar multiplicadores que mantêm a orientação mesmo na ausência do plantador original é o que o torna singular. Não é apenas popularidade.
É uma revolução cultural em curso, medida em hectares de girassóis livres que brotam a cada dia, em terrenos áridos, pobres, montanhosos e espinhosos.
Não se assuste! De repente, nasce um girassol perto de você.
Sérgio Júnior
www.sergiojunior.com