
LIBERTEM BOLSONARO
Já destruíram com a mente dessa menina na escola entre 2019 e 2022. Ela já foi chamada até de P***. O pavor de perder o seu pai já a consumiu em setembro de 2018 (naquela tentativa de assassinato) quando ela tinha apenas 8 aninhos. Por que matar o pai dela?
Que ódio é esse? Por quê deixá-la órfã?
Uma menina de 15 anos, que nunca fez mal a ninguém, soprou angustiada, as velas de seu bolo que deveria ser sinônimo de alegrias e sonhos. Laura Bolsonaro, celebra seu aniversário não em meio a risos familiares e abraços quentes, mas sob o peso de uma sombra cruel: a ausência forçada de um pai que caminha, dia após dia, para um abismo invisível.

Jair Bolsonaro, confinado em prisão domiciliar há mais de 100 dias, não é apenas um homem privado de liberdade; ele é um pai, um protetor, uma âncora emocional para uma adolescente que merece o mundo inteiro. E, no entanto, há vozes – altas, implacáveis, ecoando em redes sociais e declarações públicas – que sussurram, ou gritam abertamente, que ele deve ir para prisão, que ele deve morrer... Jornalistas estão preparando a covardia do pai de Laura. Querem a foto, o clique.
Isso não é humano, é um veneno destilado de ódio, uma celebração disfarçada de justiça que ignora o coração partido de uma filha, transformando sua dor em espetáculo midiático.
Você, jornalista, político (aliado eventual) já prnsou no impacto psicológico para essa menina?
Médicos já alertaram para o estado fragilizado de Bolsonaro: anemia, resquícios de pneumonia, um corpo que, aos 70 anos, resiste como pode, mas sucumbe ao estresse crônico da solidão imposta. A cada dia quepassa, fica mais claro: "Querem matar Jair Bolsonaro".
E Laura? Ela, que deveria estar dançando com o pai em sua festa de debutante, agora assiste, em tristeza contida, de longe, ao declínio de um herói pessoal. Que ódio cego é esse, que não vê uma órfã em potencial, mas só um inimigo a ser esmagado?
Por quê?
Por um ódio que transforma um pai em símbolo descartável, esquecendo que, atrás das manchetes, há uma menina , uma futura mulher – frágil, vulnerável, ansiando por um abraço que pode nunca mais vir. Você sabia que esse tipo de coisa pode suscitar um suicídio? Isso é muito sério.
Esse raciocínio é uma aberração moral: justifica o colapso psicológico como "consequência merecida", ignora apelos e ri da fragilidade de um idoso sob pressão. Não se importam com a adolescente que chora sozinha, com os sonhos adiados por um luto antecipado.
É vingança vestida de lei, ódio que devora não só o homem, mas o laço sagrado entre pai e filha.
E é isso que criticamos, com o coração apertado: um pensamento que humaniza o monstro e desumaniza um idoso inocente. Laura não merece ser órfã; ela merece justiça verdadeira, que cure em vez de ferir. Que o pai de Laura viva – não por política, mas por amor. Porque, no fim das contas, o ódio que clama por morte não vence; ele só revela a podridão de quem o carrega. Que Laura, em seus 15 anos, encontre forças para sonhar além dessa escuridão.
Que Deus livre Bolsonaro da morte.
Sérgio Júnior