Quinta, 20 de Agosto de 2026
17°C 32°C
São Paulo, SP

Não se apaga uma ideia com perseguição

O Bolsonarismo é indelével

Sérgio Júnior
Por: Sérgio Júnior
12/09/2025 às 19h48
Não se apaga uma ideia com perseguição

NÃO SE APAGA UMA IDEIA COM PERSEGUIÇÃO

 

A maior ideia do mundo (Cristianismo), foi alvo de severas perseguições durante muitos anos e só cresceu, resistindo às divisões internas.

No Brasil, nao é diferente: as ideias têm vida própria. Fruto da miscigenação ou de traços culturais inexplicáveis, elas se enraízam, florescem e, quando genuínas, resistem às mais ferozes tentativas de supressão. O fenômeno Bolsonarista é um exemplo vivo disso. Mais do que um movimento político, ele representa um élan, uma energia coletiva que conecta milhões de brasileiros a uma visão de mundo ancorada em valores como liberdade, patriotismo, família e rejeição ao establishment. Essa força, profundamente enraizada no imaginário popular, tem desafiado as investidas de um sistema que tenta, a todo custo, apagá-la.

O establishment brasileiro — composto por elites políticas, financeiras, midiáticas e judiciais — tem empregado táticas variadas para desmantelar a ideia Bolsonarista. Censura nas redes sociais, perseguições judiciais, narrativas de deslegitimação e até tentativas de reescrever a história recente são algumas das armas utilizadas. Contudo, essas estratégias, longe de enfraquecer o movimento, parecem reforçar sua resiliência. 

Por quê? 

Porque o Bolsonarismo não é apenas @jairbolsonaro, mas uma expressão do anseio popular por ruptura com um sistema visto como corrupto, elitista e desconectado das demandas do povo.

 

O élan Bolsonarista é alimentado por uma conexão visceral com o brasileiro comum. Ele fala a língua das ruas, dos trabalhadores, dos que se sentem ignorados pelas instituições. Essa conexão não se baseia apenas em promessas políticas, mas em uma identificação cultural e emocional. Bolsonaro, com seu estilo direto e sem filtros, tornou-se um símbolo de resistência contra uma hegemonia cultural imposta por décadas. Seus apoiadores não veem nele apenas um político, mas um porta-voz de suas frustrações e esperanças.

As tentativas de esvaziar essa ideia através da perseguição têm se mostrado ineficazes porque ideias autênticas não morrem sob pressão — elas se fortalecem. Cada ação percebida como injustiça, cada tentativa de silenciamento, apenas amplifica o sentimento de revolta que dá vida ao Bolsonarismo. A história ensina: ideias perseguidas tendem a ganhar mártires, e mártires inspiram movimentos. A repressão, ao invés de apagar, acende a chama da resistência.

Além disso, o Bolsonarismo se adapta. Ele transcende o próprio Bolsonaro, encontrando eco em pessoas nas redes sociais, em conversas nas praças e nas igrejas. É uma ideia que vive no imaginário do povo, e o povo não se curva facilmente. O establishment pode controlar instituições, mas não controla o coração de milhões que encontraram no Bolsonarismo uma caixa de ressonância de sua luta.

Tentar vencer uma ideia pela força é como tentar apagar o fogo com gasolina. O Bolsonarismo, com seu élan e sua conexão com o povo, não será apagado por perseguições. Pelo contrário, cada tentativa de suprimi-lo só reforça sua relevância. No fim, a lição é clara: ideias verdadeiramente populares, enraizadas no sentimento coletivo, são mais fortes do que qualquer aparato de poder. E o Brasil, com sua história de resistência, sabe disso melhor do que ninguém.

Assim, a tornozeleira, a prisão domiciliar, a multa e a condenação à 27 anos de prisão, ao invés de esvaziar de uma vez a ideia Bolsonarista da mente dos apoiadores, desperta em outras pessoas uma sensação de empatia em virtude da deslealdade e da evidente injustiça sofrida por Bolsonaro. 

De modo que, até inimigos declarados de Bolsonaro, deixam de seguir o instinto de sobrevivência política e começam a raciocinar que podem ser as próximas vítimas do establishment. 

Ou seja, eivados pelo ódio e pelo desejo de vingança, os imorais da República brasileira, juram que estão destruindo com risos de deboches, quando na verdade adubam o pensamento Bolsonarista, que de tão grande, já aprendeu a lidar com suas próprias divisões.

 

Sérgio Júnior 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Sérgio Junior
Sérgio Junior
Sérgio Júnior é um escritor e pensador brasileiro, graduado em artes da teologia, membro n°23 da Academia Internacional de Literatura Brasileira de NY (AILB).
Um romancista ficcional, analista de cenários sociais, poeta e filósofo.
Em 2021 e 2022, disputou os prêmios de destaque literário pela Focus Brasil na AILB, idealizado por Nereide Lima e na premiação "Melhor do Brasil na Europa ", pela revista "High Profile Magazine" na Inglaterra, por causa do sucesso do livro "Eu no seu funeral" lançado pela CRV editora no Paraná.

Recentemente, Sérgio Júnior tem sido notícia em vários portais na internet , por seu livro " O SEGREDO DOS NEGROS VENCEDORES " lançado em 2023.

Site do autor na Amazon.

https://www.amazon.com/stores/Sergio-Junior/author/B0927LMMFY?ref=ap_rdr&store_ref=ap_rdr&isDramIntegrated=true&shoppingPortalEnabled=true

Envie uma mensagem para Sergio Junior no WhatsApp. https://wa.me/message/QYDPF3DM3CTXA1
Ver notícias
São Paulo, SP
28°
Tempo limpo
Mín. 17° Máx. 32°
27° Sensação
2.57 km/h Vento
33% Umidade
0% (0mm) Chance chuva
06h28 Nascer do sol
17h51 Pôr do sol
Sexta
25° 15°
Sábado
19° 14°
Domingo
20° 14°
Segunda
14° 13°
Terça
18° 13°
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,19 +0,31%
Euro
R$ 6,07 +0,39%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 400,470,13 +4,55%
Ibovespa
167,927,16 pts 0.06%
Publicidade
Publicidade
Publicidade