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“O Tempo da Distração e a Urgência de Despertar! ”

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José Carlos Bortoloti
Por: José Carlos Bortoloti
23/08/2025 às 11h30
“O Tempo da Distração e a Urgência de Despertar! ”

#PensarNaoDoi

 

Prefácio a crônica:

 “Não existe mau LEITOR, existe mau ESCRITOR...!”

Marcel Proust

  Descrição:

A frase sugere que a responsabilidade pela boa ou má leitura recai sobre o escritor. Se um escritor é competente e hábil, ele consegue envolver e comunicar ideias de forma eficaz ao leitor.

Por outro lado, se o leitor "não entende" ou "não gosta" de um texto, pode ser devido à falta de clareza, profundidade ou interesse por parte do escritor em transmitir a mensagem de forma adequada.

 

Minha última crônica, “Tempo de desatenção! ”, publicada na Revista No Ponto do Fato @RevistaNPDF, gerou muita atenção e comentários.

Mas, alguns leitores, me surpreenderam com suas análises, críticas e percepção profunda de suas palavras.

Das muitas que recebi, foi difícil, mas escolhi uma:

Partilho, exatamente, como recebi a percepção de um leitor, à crônica.

  

“O Tempo da Distração e a Urgência de Despertar! ”

 

Na crônica “Tempo de Desatenção”, o escritor José Carlos Bortoloti chama atenção para um problema que vai além dos hábitos cotidianos: a distração. Ela nasce de uma cultura que valoriza o automatismo e a rotina mecânica em detrimento da reflexão e da atenção plena, tornando a vida menos consciente e mais vulnerável a ilusões.

 Bortoloti aponta os limites da pedagogia atual, que privilegia a memorização em vez do raciocínio crítico, e questiona a eficácia de terapias ou conselhos quando a consciência desperta não é cultivada. Em sua análise, a sociedade moderna troca atenção por distrações, transformando a inteligência em um acúmulo superficial de informações.

 Ainda assim, pensar é resistência, atenção é delicada chama que ilumina caminhos.

A verdadeira inteligência se revela na capacidade de refletir, agir e conviver com consciência, em harmonia com a vida ao redor. A frase final — “Pensar não dói, já ser desatento...” — soa como um alerta, lembrando que despertar é, acima de tudo, um ato de cuidado consigo e com o mundo.

  

P.S.:

Em respeito ao leitor, não menciono seu nome, só a gratidão por tal percepção profunda.

Muito obrigado!

  

José Carlos Bortoloti

– Cronista e Escritor - Passo Fundo – RS - 

Colaborador da Revista No Ponto do Fato

 

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Cronista e Escritor - Coautor do Livro Línguas de Fogo - Jornalista/Radialista - DRT/RS 872
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