ATUANDO PARA DESANIMAR: A MÁSCARA DO PODER INABALÁVEL
Desde que as sanções internacionais começaram a apertar o cerco, com os EUA taxando o Brasil em 50%, a União Europeia ameaçando punições por repressão à oposição e desrespeito aos direitos humanos, e Alexandre de Moraes sendo alvo de sanções pessoais, o establishment brasileiro finge que nada mudou.
A burguesia segue em seus jantares, a imprensa conivente varre a sujeira para debaixo do tapete, e Moraes, com sua arrogância característica, faz gestos provocadores em estádios de futebol. Mas não se engane: por trás dessa encenação, o pânico reina.
A estratégia é a mesma de sempre: dissuadir, desanimar, fazer você acreditar que o sistema é intocável.
Quando a “Vaza Toga” expôs as entranhas do corporativismo judicial, eles correram para formar um cordão de proteção em torno de Moraes. Agora, com o Brasil isolado no cenário global, tentaram usar a mesma tática psicológica. As risadas confiantes, as notas oficiais, os editoriais complacentes — tudo é coreografado para te convencer de que eles estão no controle. Mas é uma farsa.Eles sabem que a situação é insustentável. É exatamente por isso que metade da corte não concordou com uma carta sugerida por Moraes em defesa dele mesmo.
Perseguir dissidentes, invadir casas, ameaçar famílias, censurar redes sociais, expulsar empresas como o X do país e violar acordos internacionais não passa despercebido. O mundo está vendo. As sanções são prova disso. A economia sente o peso, e até a elite, que finge indiferença, começa a calcular o custo de sustentar um regime que se isola cada dia mais.
Eles apostam na sua desistência. Querem que você olhe para as provocações de Moraes, para a apatia da burguesia, para o silêncio da imprensa, e pense: “Não tem jeito”.
É exatamente isso que eles buscam. Cada post desanimado, cada silêncio nas redes, é uma vitória para eles.
Por isso, meu caro leitor, não caia na armadilha. A hora é agora.
As sanções internacionais são um sinal de que o mundo não aceita mais a repressão no Brasil. As reportagens internacionais continuam a expor a verdade. É hora de amplificar essas vozes, de repetir as denúncias, de usar as redes para organizar e mobilizar. As manifestações deste domingo precisam ecoar mais alto. A pressão deve dobrar.
Eles estão assustados. As bravatas são só cortina de fumaça. Não é hora de recuar, de lamentar ou de acreditar que o sistema é invencível.
É hora de mostrar que não desistiremos da nossa liberdade, da dos nossos filhos e netos. Como já dizia Olavo de Carvalho:
“Não parar — Não precipitar — Não retroceder.”
Brasil Acima do STF.
Sérgio Júnior