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EM 7 PONTOS, COMO LULA TRANSFORMOU O BRASIL NO PIOR PAÍS NO XADREZ POLÍTICO DE TRUMP

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Maria Rosa M Pires
Por: Maria Rosa M Pires
28/07/2025 às 12h10
EM 7 PONTOS, COMO LULA TRANSFORMOU O BRASIL NO PIOR PAÍS NO XADREZ POLÍTICO DE TRUMP
Enquanto União Europeia, Reino Unido e Japão conseguiram acordos, Brasil permanece isolado por incompetência diplomática
A véspera da entrada em vigor das tarifas americanas de 50% sobre produtos brasileiros expõe o fracasso completo da diplomacia petista. Enquanto União Europeia, Reino Unido, Japão, Indonésia, Vietnã e Filipinas conseguiram fechar acordos com os Estados Unidos para reduzir a taxação, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva nem sequer conseguiu abrir uma mesa de negociação com Donald Trump.
A análise da Gazeta do Povo revela em sete pontos como o governo petista transformou o Brasil no pior país para lidar com as tarifas americanas, estabelecendo um clima de confronto desnecessário que isolou diplomaticamente o país. A incompetência é tão evidente que o próprio Lula admitiu publicamente que "todo dia ele [Alckmin] liga para alguém e ninguém quer conversar com ele".
A Casa Branca, segundo autoridade americana ouvida pela Folha de S.Paulo, avalia não ter percebido "envolvimento relevante ou ofertas significativas do Brasil na negociação de um acordo". Essa avaliação devastadora confirma que o governo brasileiro não apenas falhou em negociar, mas sequer conseguiu demonstrar seriedade nas tentativas de diálogo.

1. Lula Anuncia Retaliação Antes de Tentar Negociar

Em vez de buscar imediatamente o diálogo diplomático após o anúncio das tarifas em 9 de julho, Lula optou pelo confronto. Em entrevista à TV Record no dia seguinte, declarou em tom beligerante: "se ele [Trump] cobrar 50[%] de nós, vamos cobrar 50[%] deles", anunciando reciprocidade tarifária antes mesmo de explorar alternativas diplomáticas.
Essa postura confrontativa contrasta drasticamente com a abordagem adotada por outros países afetados, que priorizaram negociações técnicas e conseguiram reduzir significativamente as tarifas impostas. A União Europeia, por exemplo, conseguiu acordos que reduziram substancialmente o impacto das medidas americanas.
Lula ainda atacou diretamente Trump, comparando-o a Bolsonaro: "Se o que o Trump fez no Capitólio ele tivesse feito aqui no Brasil, ele estaria sendo processado como o Bolsonaro e arriscado a ser preso". Essa declaração incendiária tornou impossível qualquer aproximação diplomática posterior.

2. Reação Brasileira Pode Agravar Crise Econômica

A ameaça de retaliação contraria frontalmente as expectativas do setor produtivo brasileiro, que pede ao governo para negociar uma saída pacífica com os Estados Unidos. Empresários dos principais setores afetados temem que a escalada confrontativa cause danos ainda maiores à economia nacional.
Analistas econômicos alertam que a reação do governo Lula pode ter efeito mais devastador sobre a economia brasileira do que as próprias tarifas americanas. Inicialmente, o mercado avaliava o impacto como "marginal" e "gerenciável", mas a possibilidade de retaliação mudou completamente o cenário.
"Os Estados Unidos falaram que vão responder na mesma proporção, ou seja, as tarifas irão para 100%", alertou Alessandra Ribeiro, diretora de macroeconomia da Tendências Consultoria. Essa escalada tornaria os efeitos "ainda mais expressivos, não só do ponto de vista setorial e do ambiente de aversão ao risco, mas também domesticamente".

3. Apelo à OMC Será Completamente Inócuo

Outra medida anunciada por Lula foi recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC), demonstrando desconhecimento da realidade geopolítica atual. Para Leonardo Paz, pesquisador da FGV, o órgão perdeu relevância no cenário internacional, em grande parte devido à própria atuação dos Estados Unidos.
Desde o governo Obama e com maior intensidade durante a primeira gestão Trump, os EUA se indispuseram com a OMC devido a derrotas comerciais, opondo-se à designação de juízes que atuam na arbitragem. O órgão está praticamente paralisado para questões envolvendo os Estados Unidos.
O recurso à OMC representa mais um gesto político vazio em defesa do multilateralismo do que uma solução prática. Paz considera difícil o Brasil ter "algum ganho econômico real" com essa estratégia, que apenas demonstra a ingenuidade diplomática do governo petista.

4. Lula Usa Crise para Atacar Big Techs Americanas

Em resposta à investigação comercial americana, Lula fez pronunciamento em rede nacional defendendo a taxação de grandes empresas de tecnologia americanas. Essa escalada desnecessária transformou uma questão comercial em confronto ideológico contra empresas privadas americanas.
"A defesa da nossa soberania também se aplica à atuação das plataformas digitais estrangeiras no Brasil", declarou Lula, sinalizando que usaria a crise para avançar agenda de controle das redes sociais. Essa instrumentalização política agravou ainda mais as relações com Washington.
Em evento da UNE, Lula atacou diretamente Trump: "Ele disse que não queria que as empresas fossem cobradas no Brasil. O mundo tem que saber que esse país é soberano porque o povo tem orgulho. E a gente vai cobrar imposto das empresas americanas digitais".

5. Governo Grava Vídeos em Vez de Enviar Comitiva

A atuação do governo federal nas redes sociais com comentários sobre as tarifas contrasta com a ausência de iniciativas diplomáticas sérias. Enquanto outros países enviaram comitivas técnicas para Washington, o Brasil preferiu fazer propaganda política nas redes sociais.
Essa postura amadora demonstra que o governo petista não compreende a gravidade da situação econômica. Em vez de mobilizar toda a estrutura diplomática para negociar, preferiu usar a crise para fazer política doméstica e atacar adversários.
A falta de seriedade diplomática é evidente quando comparamos com a atuação de outros países, que conseguiram resultados concretos através de negociações técnicas e profissionais. O Brasil optou pelo espetáculo político em detrimento dos interesses nacionais.

6. Isolamento Diplomático Sem Precedentes

O fracasso em estabelecer qualquer canal de diálogo com a administração Trump representa isolamento diplomático sem precedentes na história republicana brasileira. Nunca antes o Brasil foi tratado com tanto desprezo pela maior economia mundial.
A admissão pública de Lula de que "ninguém quer conversar" com Alckmin é humilhante para um país que sempre se orgulhou de sua diplomacia. Essa situação contrasta drasticamente com o período Bolsonaro, quando as relações com os EUA eram excelentes.
O isolamento brasileiro é ainda mais evidente quando observamos que países com economias menores e menor relevância geopolítica conseguiram negociar acordos satisfatórios com Trump. O Brasil se tornou pária por escolha ideológica.

7. Estratégia Confrontativa Destrói Credibilidade

A estratégia confrontativa adotada pelo governo petista destruiu completamente a credibilidade brasileira junto à administração americana. Trump e sua equipe não levam a sério um governo que anuncia retaliação antes de tentar negociar.
A postura beligerante de Lula transformou uma questão comercial técnica em confronto político-ideológico, tornando impossível qualquer solução diplomática. Países sérios negociam primeiro e só retaliam como último recurso.
O resultado é que o Brasil entrará na lista de países hostis aos Estados Unidos, com consequências que vão muito além das tarifas comerciais. A credibilidade diplomática, uma vez perdida, demora décadas para ser reconstruída.

Consequências Econômicas Devastadoras

As tarifas de 50% que entram em vigor amanhã (1º de agosto) representarão impacto devastador para a economia brasileira. O agronegócio, setor mais afetado, já calcula perdas bilionárias em exportações de soja, café, açúcar e carne.
A indústria de transformação também enfrentará dificuldades enormes, com produtos manufaturados brasileiros perdendo competitividade no mercado americano. Setores como siderurgia, petroquímica e bens de consumo terão que buscar mercados alternativos.
O Banco Central pode ser forçado a postergar o início do ciclo de queda de juros devido aos efeitos inflacionários da crise. O BTG Pactual alerta para "sinalização de um ambiente internacional mais hostil ao Brasil".

Análise da Revista No Ponto Do Fato

O fracasso diplomático do governo Lula nas negociações com Trump representa um dos momentos mais vergonhosos da política externa brasileira. Para a Revista No Ponto Do Fato, essa situação era completamente previsível e evitável, resultado direto da incompetência e da ideologia confrontativa que caracteriza o governo petista.
Nossa revista sempre alertou que a postura anti-americana de Lula traria consequências devastadoras para o Brasil. A análise da Gazeta do Povo confirma nossa avaliação: enquanto países sérios negociaram e conseguiram acordos, o Brasil optou pelo confronto ideológico.
É particularmente revoltante que Lula tenha anunciado retaliação antes mesmo de tentar negociar. Para a No Ponto Do Fato, isso demonstra que o governo petista coloca interesses ideológicos acima dos interesses nacionais, sacrificando a economia brasileira em nome de posições políticas.
A admissão pública de que "ninguém quer conversar" com Alckmin é humilhante para um país que sempre se orgulhou de sua diplomacia. Nossa revista sempre defendeu que competência diplomática exige seriedade, profissionalismo e pragmatismo, qualidades ausentes no governo atual.
Para a No Ponto Do Fato, o contraste com o período Bolsonaro não poderia ser mais evidente. Enquanto o ex-presidente mantinha excelentes relações com Trump e os EUA, Lula conseguiu transformar o Brasil em pária internacional em apenas três anos de governo.
A estratégia de usar a crise para atacar big techs americanas demonstra a mentalidade ideológica do governo petista. Nossa revista sempre denunciou que Lula usa qualquer pretexto para avançar sua agenda autoritária de controle das redes sociais.
O recurso inócuo à OMC revela desconhecimento da realidade geopolítica atual. Para a No Ponto Do Fato, um governo sério teria mobilizado toda a estrutura diplomática para negociar, em vez de fazer gestos políticos vazios.
A preferência por gravar vídeos para redes sociais em vez de enviar comitivas diplomáticas demonstra o amadorismo que caracteriza a política externa petista. Nossa revista sempre defendeu que diplomacia séria se faz nos bastidores, não em espetáculos midiáticos.
Para a No Ponto Do Fato, as consequências econômicas das tarifas poderiam ter sido evitadas com diplomacia competente. Milhões de brasileiros pagarão o preço da incompetência e da ideologia confrontativa do governo Lula.
Apenas um governo comprometido com os interesses nacionais, e não com posições ideológicas, poderá restaurar a credibilidade diplomática do Brasil e reconstruir as relações com os Estados Unidos.
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