
Crianças em acampamentos do Movimento dos Sem-Terra (MST) estão sendo educadas com uma visão histórica distorcida, segundo denúncia da Brasil Paralelo. De acordo com o site oficial do MST, alunos aprendem que “os portugueses chegaram aqui e tomaram as terras dos índios”, uma narrativa que simplifica a história do Brasil e promove uma perspectiva marxista. Essa abordagem ignora a complexidade do período colonial e pode configurar doutrinação ideológica, especialmente em crianças de comunidades vulneráveis.
O MST, que há décadas ocupa terras e promove a reforma agrária, defende que sua educação é voltada para a “conscientização social”. No entanto, críticos afirmam que o movimento usa as escolas para incutir ideias socialistas, desrespeitando a pluralidade de pensamento. “O Brasil precisa de uma educação que forme cidadãos livres, não militantes”, disse um educador entrevistado pela Gazeta do Povo. O debate reacende a discussão sobre o papel do Estado na fiscalização do ensino em movimentos sociais. O Ministério da Educação não se pronunciou sobre o caso.