
O Ministério da Educação classificou escolas públicas sem acesso estável à internet como “bem conectadas”, em um relatório que expõe a precariedade da infraestrutura educacional. O programa Conecta Escola, lançado em 2022, prometia internet de alta velocidade para todas as unidades até 2025, mas o progresso é lento. Dados do MEC mostram que apenas 60% das escolas públicas têm conexão confiável, apesar de relatórios oficiais inflarem os números.
A discrepância foi revelada por auditorias independentes, que apontaram falhas na fiscalização e no uso de verbas públicas. Em estados como Amazonas e Pará, professores relatam aulas interrompidas por falta de sinal, enquanto o governo federal celebra “avanços”. A verdade é que a má conectividade prejudica o ensino híbrido, essencial após a pandemia.
Esse é mais um caso que reflete a tendência do governo de manipular dados para criar uma narrativa de sucesso, enquanto a educação básica permanece abandonada. Sem internet, alunos perdem acesso a recursos digitais, aprofundando desigualdades educacionais.