
Jair Messias Bolsonaro é um nome que ainda ressoa como uma placa tectônica "desnivelada" que provocou grandes terremotos nos alicerces de um Brasil que, por décadas, se acostumou ao jugo da corrupção. Ele é um enigma que desafia os poderosos, mas que o povo decifra facilmente: sinceridade.

Mas, antes de chegar à Presidência, ele já era uma voz incômoda: durante 28 anos, falou quase sozinho no Congresso Nacional, apontando o dedo para os conchavos que ninguém queria enxergar.
E mesmo antes disso, como capitão do Exército, sua postura de protesto contra as injustiças já irritava os que preferiam o silêncio. Mas foi ao assumir o comando do país, entre 2019 e 2022, que Bolsonaro revelou a extensão de seu poder — um poder que não apenas incomodou, mas destruiu as estruturas da corrupção sistemática que sangrava o Brasil. E então, eu pergunto: o que é que esse homem tem que incomoda tanta gente?

Nos quatro anos de seu governo, Bolsonaro enfrentou tempestades que teriam derrubado qualquer um. Veio a pandemia de Covid-19, que paralisou o mundo e consumiu dois anos de seu mandato com pressões inimagináveis. Veio a crise hídrica, que testou os limites da infraestrutura nacional. E, como se não bastasse, os efeitos da guerra entre Rússia e Ucrânia abalaram a economia global, jogando mais peso sobre seus ombros. Mesmo assim, ele não se curvou. Pelo contrário: sufocou o sistema. Desmantelou as engrenagens do crime institucionalizado — o mensalão, o petrolão, os esquemas que enriqueceram os cafetões dos Três Poderes às custas do povo. Deu prejuízos milionários aos que se julgavam intocáveis, cortando o fluxo de propinas e expondo a harmonia podre que sustentava a elite corrupta. Esse foi o seu crime imperdoável: mexer no bolso e no poder de quem mandava no Brasil nas sombras.
E o sistema reagiu. Em 2022, conseguiram tirá-lo do Planalto, mas isso não foi suficiente. Não se contentaram em afastá-lo; querem vingança.
Querem apagá-lo, esmagá-lo, garantir que ele nunca mais volte a ameaçar seus privilégios.

Hoje, 25 de março de 2025, no julgamento do STF, Bolsonaro apareceu em pessoa, enfrentando as denúncias da PGR com a mesma coragem de sempre. Seu advogado disse, e com razão, que ele é o homem mais investigado da história do Brasil.
Centenas de inquéritos, milhares de horas de escrutínio, e o que encontraram? Nada. Nenhuma prova, nenhum vestígio de corrupção. Ainda assim, o cerco continua. Por quê? Porque o que Jair Bolsonaro tem não é só dele — ele multiplicou isso pelo país inteiro.

Durante seu governo, ele plantou sementes que hoje florescem em pequena e larga escala. Acordou um povo que dormia em berço esplêndido, deu voz aos esquecidos, esperança aos descrentes e coragem aos que temiam lutar.
A mídia, que tentou ridicularizá-lo — como esquecer o CQC com sua fita editada? —, viu-se forçada a reconhecer seu impacto. A classe política, acostumada a negociatas, tremeu diante de um líder que não se vendia. Os criminosos de colarinho branco sentiram o chão ruir. E agora, até o setor judiciário, que demonstra muitos sinais de parcialidade e corrupção, parece empenhado em apagar a chama de liberdade que ele acendeu. Mas o que é que esse homem tem que incomoda tanta gente?
Talvez a resposta esteja na essência do que ele representa. Bolsonaro não é apenas um homem; é um elã, uma força que transcende o indivíduo. Ele mostrou que é possível desafiar o sistema, que a corrupção não é invencível, que um líder pode governar para o povo e não para os poderosos. E essas sementes que ele plantou — de resistência, de patriotismo, de inconformismo — já criaram raízes profundas. Em cada cidade, em cada bairro, há brasileiros que carregam o que Bolsonaro tem: a determinação de não se calar, de não se curvar, de lutar por um Brasil livre da podridão.
Então, eu pergunto mais uma vez: o que é que esse homem tem que incomoda tanta gente? É a coragem de ser uma pedra no sapato dos corruptos, um espelho que reflete suas falhas, uma chama que não conseguem apagar. O sistema pode persegui-lo, julgá-lo, tentar destruí-lo, mas o que Jair Bolsonaro tem já está espalhado, multiplicado, vivo no coração de milhões. E isso, para os que vivem das trevas do poder, é o maior dos pesadelos.

O que é extraordinário é que, independentemente do que façam com ele, essa luz não se apaga — ela brilha mais forte em cada um de nós. Bolsonaro segue sendo esse farol, esse grito, esse símbolo de um Brasil que não se rende, porque o que ele tem não é só dele: é nosso. Ele nos ensinou a ousadia de sermos livres, a força de sermos corajosos num mundo que exige subserviência dos fracos. Agora, cabe a nós, povo brasileiro, regar essas sementes que ele plantou. Ergam-se, falem alto, sejam a chama que ilumina o caminho. Porque o que Jair Bolsonaro tem já está em cada um de nós — e juntos, com essa coragem, podemos construir o Brasil que sonhamos, um Brasil de verdade, de liberdade e de esperança.
Sérgio Júnior