
Meus caros, se vocês ainda não perceberam a sutileza do termo gloBaalistas — com esse “Baal” no meio — é porque ainda não entenderam a verdadeira natureza sacrificial desse pessoal que a gente vê por aí defendendo o “wokeísmo” como se fosse a salvação do planeta.
Não se enganem: essa tal “religião” (ou “filosofia”) progressista e secular, que se esconde sob mil rótulos bonitinhos, tem práticas que remetem diretamente ao culto a Moloch e Baal, documentado inclusive na Bíblia (vide Levítico 18:21 e Jeremias 32:35), onde se praticava sacrifício humano. E aqui vai um resumo dos quatro grandes rituais dessa gente:
1. Ritual de Sacrifício Humano:
Não se trata só de “aborto” (já bastante defendido pelo establishment) ou do sacrifício de doentes terminais/idosos. Há também o sacrifício de reputações no campo político (quem ousa discordar? Toma “cancelamento”), além de violências patrocinadas, apoio a terroristas e a crime organizado, aplicação de muito dinheiro em guerras, pesquisas de patógenos, armas químicas e nucleares, e, pasmem, até rituais satânicos literais em algumas seitas moderninhas. Do your own research!
2. Ritual de Inversão de Gênero:
Sim, a tal ideologia de gênero que perverte a sexualidade desde o berço. É o sujeito que precisa “sacrificar” sua própria identidade biológica em prol de uma construção ideológica forçada, normalizada pelas grandes cúpulas midiáticas. É a negação do real pelo discurso. Esse ritual era praticado há muito tempo. Há registros na Fenícia desse tipo de ritual. Algo que se perpetuou em círculos fechados ao longo da história e agora sai para o mundo como uma forma de "saúde".
3. Rituais dionisíacos ou bacantes:
Bacanal é pouco. O hedonismo é vendido como “liberdade”: drogas, sexo pelo mero prazer, pædophiIia e zœphilia relativizada (sempre surge um “intelectual” para dizer que deveríamos ser “compreensivos”), orgias e poliamor defendidos como “modernidade”. Esses caras querem que você acredite que tudo isso é o ápice da civilização e do secularismo. Mas na verdade trazem isso de uma cultura do passado, em que éramos bem menos civilizados.
4. Culto Canaan-Baal :
É a etapa mais escancarada e, ao mesmo tempo, mais oculta dessa trupe. Primeiro, dizem que proteína animal é ruim e começam com a história do veganismo. Não têm pena de bebês no ventre das mães, mas tem um dó danado de boizinhos sofrendo a morte para alimentar as pessoas. Depois acostumam você a comer insetos -- e já há propaganda de sobra disso em jornais, ONGs, relatórios mundiais (vide relatórios do World Economic Forum falando em “alimentação sustentável”). Depois, vendem carne de laboratório como coisa “verde”, “ética” e “necessária”. Não vai demorar até inventarem (ou melhor, popularizarem) a tal “carne humana cultivada em laboratório”. Duvida? Pois é. Vão dizer que é “bom para o meio ambiente” e que não há nada de errado com isso — igualzinho como defendem os demais rituais de Baal, fingindo que tudo é “progresso” ou “ciência avançada”.
No fim das contas, estamos diante de um sistema que faz do sacrifício o seu centro nervoso. “Sacrifique” sua vida, seus valores, sua liberdade, sua sexualidade, e até a verdade — tudo em nome dessa agenda globalista/gnóstica/estatista que se traveste de amor à humanidade. Nunca foi tão descarado quanto hoje.
Resumindo, meus caros: a coisa é sinistra e a turma gloBaalista não se envergonha mais de levantar essas bandeiras na cara dura. E pior: tem sempre quem caia nessa conversinha. Daí eu dizer “gloBaalistas”.
A invocação de Baal não é mera retórica; é uma metáfora (e muitas vezes literal) de como estes rituais de sacrifício, inversão e degradação moral vão sendo plantados sorrateiramente no coração das sociedades para que ninguém perceba — até ser tarde demais.
A meta é a busca de mundo invertido, onde o mal é o bem, o bem é o mal, a mentira é a verdade e a verdade é mentira que merece ser censurada.
Jesus Cristo sempre esteve contra os praticantes desses rituais com o seu amor cristão. Por isso, o maior adversário dos gloBaalistas são justamente os cristãos do mundo ocidental. A maior prova disso é justamente o temor dos gloBaalistas em relação à Cristo e suas palavras. Não é por acaso.

É, aliás, um progressismo que tenta conservar o que há de mais tosco e cruel do passado na construção da nossa civilização moderna. Portanto, deveriam todos ser chamados de regressistas.
Sim, a batalha é espiritual, mas também é material e mental: é uma batalha contra velhos rituais, hoje chamados de "secularismo" e "progressismo", que se combatem igualmente com a palavra de Cristo.
Mesmo que você não seja cristão.