
Josias Souza, UOL, diz que Cid é delator seletivo, mas as autoridades podem, também, terem selecionado os termos da delação.
O delator e tenente-coronel do Exército Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, prestará novo depoimento à Polícia Federal amanhã, terça-feira, em Brasília. Cid fechou acordo de colaboração premiada após ter sido preso no âmbito do inquérito que apura fraudes em certificados de vacinação contra a covid-19. Ele delatou, também, aquilo que os investigadores e seus sequazes chamam de tentativa de golpe, venda de jóias, suicidio das carpas e assedio à baleia jubarte, neste caso em Santos.
Diante dos boatos de que o delator poderia desmentir a delação, o advogado de Cid, Cezar Bittencourt, disse à Agência Brasil que isto não é verdade.
A. de Moraes homologou a delação e soltou Cid.