
Ao escrever o livro "O Pacificador: 300 dias para unir uma Nação", eu fiz uma observação sociológica e política sobre a transição do movimento bolsonarista no Brasil: saindo do choque de Bolsonaro para o assentamento do filho. Obviamente, já tinha explorado esse assunto no meu texto [A maturidade política do bolsonarismo]. https://x.com/SergioJrOfGod1/status/2026086161957978485
No entanto, o livro fala de um Pacificador genuíno e não de um falso encantador como Temer.
A atual situação jurídica e política do Brasil não seria tão deplorável e cáustica se não fosse a atuação do "Barão do Mar".
Primeiro, foi ele quem indicou Moraes para a Corte; segundo, foi ele quem intermediou um acordo de paz entre Jair Bolsonaro e Moraes, acordo que não foi cumprido e que piorou a crise institucional que nos levou a esse ponto. Por esses motivos e por outros que não cabem neste momento trazer à luz, não considere nem se emocione ao ver Michel Temer declarar apoio a @FlavioBolsonaro.
Na verdade, qualquer pessoa que tenha dois neurônios funcionando, ao ver a atual derrocada econômica, política e institucional do Brasil, deve declarar voto em Flávio. O que Temer está fazendo é tentar costurar um "novo acordo". Mas o verdadeiro Pacificador (Flávio) não vai cair no mesmo truque que vitimou seu pai (@jairbolsonaro).
É óbvio que todo apoio é bem-vindo e que a maturidade nos ensina a olhar para a frente, mas as cicatrizes servem de lembranças e alertas em momentos cruciais da nossa vida.
SEM ACORDOS COM INJUSTOS E DESLEAIS! Isso também vale para Motta e Alcolumbre. Esse é o posicionamento oficial do DDB [Diretório Digital Bolsonarista].
Pede-se a cada membro do diretório que adote esse posicionamento.
Publique-se! Cumpra-se!
Sérgio Júnior