
A inflação na Argentina voltou a desacelerar e fechou em 2,7% no mês de outubro, com uma taxa anual de 193%, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).Este número, o mais baixo para um mês desde novembro de 2021, representa uma queda em relação aos 3,5% de setembro. Nos primeiros 10 meses do ano, os preços na Argentina acumulam uma alta de 107%.
Enquanto isso, a Argentina atravessa uma forte recessão, com três trimestres consecutivos de queda no Produto Interno Bruto (PIB), e uma contração de 3,5% prevista para este ano, segundo projeções divulgadas pelo Banco Mundial em outubro.
Para o presidente Javier Milei, isso é coisa do passado: "Hoje já podemos dizer que a recessão acabou e que, daqui para frente, tudo o que resta é crescimento", afirmou na segunda-feira.