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Polícia Federal investiga banco com lastro falso bilionário, o Atualbank, de amigo petista e ex-procurador de Zé Dirceu

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Polibio Braga
Por: Polibio Braga
05/11/2024 às 11h04
Polícia Federal investiga banco com lastro falso bilionário, o Atualbank, de amigo petista e ex-procurador de Zé Dirceu
Zé Dirceu sendo levado preso depois de condenado por corrupção no Mensalão.

A Polícia Federal investiga a operação de uma empresa chamada Atualbank, que afirma ser um banco em Brasília, mas que utiliza um documento falso do Tesouro Nacional como lastro para seu capital social. O esquema é liderado por Fernando Nascimento Silva Neto, dirigente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Brasíliam ex-procurador do ex-ministro José Dirceu e presidente do banco. 

 

A reportagem é do Estado de S. Paulo.

De acordo com a apuração do jornal, o Atualbank tem "laranjas" envolvidos em sua constituição e está vinculado a um indivíduo condenado por estelionato em Mato Grosso. A empresa, que alega ter um capital social bilionário, utiliza como garantia uma falsa Letra de Crédito do Tesouro Nacional, no valor de R$ 8,5 bilhões. Quando consultado, o Tesouro Nacional afirmou que o documento é falsificado e recomendou que a Polícia Federal investigasse seu uso.

O Atualbank nunca foi autorizado pelo Banco Central.

CLIQUE AQUI para ler toda a reportagem do Estadão. Você precisa ser assinante, caso não consiga ler tudo.

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Políbio Braga
Políbio Braga faz jornalismo desde os 17 anos de idade. Com esta idade, também fez militância estudantil e foi presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas entre 1962 e 1963. Mais tarde, a partir dos 40 anos, também exerceu atividade no setor público e foi secretário da Indústria e Comércio e da Fazenda de Porto Alegre, além de secretário de Relações Internacionais e chefe da Casa Civil do governo do estado do Rio Grande do Sul. Foi preso duas vezes durante o regime militar brasileiro, em 1962 e 1972. Publicou um livro sobre esta experiência, chamado Ahú, diário de uma prisão política. Outros livros publicados: "Herança Maldita, os 16 anos do PT em Porto Alegre" e "Cabo de Guerra. Trabalhou nos jornais Diário Catarinense, Correio da Manhã, Última Hora, Gazeta Mercantil, Zero Hora, Correio do Povo e Jornal do Comércio, e nas revistas nas Veja e Exame. Também apresentou e participou de programas de televisão na RBS, Band, TV Pampa e TV Guaíba além de programas de rádio.
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