
A aliança de forças antagônicas e mesmo excludentes é recorrente na literatura, em filmes e em momentos históricos. Mas em todas as oportunidades, o resultado final foi a eliminação dos dois campos. E não será diferente no caso da esquerda e do islamismo, que PRECISAM destruir a herança judaico-cristã que, através do seu legado cultural, trouxe a humanidade até aqui.
Foi lá pelos idos de 1986 que escutei pela primeira a palavra islamoesquerdismo como um movimento coordenado com o objetivo de destruir a Europa por dentro, com a substituição étnica e cultural. Naquele tempo já era perceptível o declínio populacional do velho mundo com a queda nos índices de natalidade em todos os países, a fragilização dos valores judaico-cristãos, a vulgarização dos valores humanos, a crescente promiscuidade sexual, cultural e comportamental. Ou seja: o acelerado abandono do chamado marco-civilizatório, conceito com o qual só fui ter contato nas minhas andanças de expatriado com um dileto amigo que cultiva a discrição do anonimato.
Do ponto de vista da vida real, o islamoesquerdismo é a junção de duas forças com o objetivo de destruir toda e qualquer herança judaico-cristã, tendo como ponto convergente o ódio aos cristãos e seus símbolos, além de um antissemitismo doentio que os fanatizam e impedem que as massas manobradas emocionalmente por uma lavagem cerebral ao longo do tempo percebam as profundas divergências e os ódios que alimentam ambas as facções. O que os une é o ódio aos cristãos – o que, na verdade, é um fio tênue sustentado por uma fantasia e que já está sendo exposta em suas múltiplas contradições.
A esquerda que defende a degradação ética e moral do ser humano como ferramenta política para seu sonhado projeto de dominação global neste momento precisa das massas radicalizadas por um discurso antissemita que xiitas e sunitas disseminam em universidades pelo mundo afora – valendo-se do dinheiro farto que vem das burras do Qatar que, a despeito do seu papel demoníaco, continua sendo protegido e blindado até mesmo por Israel.
Os defensores da implantação de um califado global, por sua vez, precisam desse esgarçamento moral e incentivam o abandono de valores – tornando as civilizações ocidentais, pela tibieza institucional, facilmente vencíveis pela submissão a novos padrões de comportamento. Quanto mais fracos forem os esteios morais do Ocidente, mais facilmente as pessoas aceitarão abrir mão de seus valores, inclusive por uma sensação de impotência que os próprios meios de comunicação disseminam. De um lado vendem o ocaso da civilização judaico-cristã e de outro enfatizam a fortaleza de uma fé que tem no obscurantismo, no desrespeito à vida e não-tolerância à pluralidade a base do seu modo de ver o mundo e comandá-lo.
Poucas coisas são mais desafiadoras do que tentar mostrar para um esquerdista que ele está sendo manipulado e conduzido para lutas às quais não terá como vencer e batalhas das quais não poderá sobreviver.
Observe-se o caso dos exércitos e temos um retrato clássico. Enquanto nos exércitos de países do bloco comunista e dos países muçulmanos existe uma total proibição de privilégios de gênero ou aceitação de comportamento “sodômico”, as chamadas forças de defesa ocidentais apoiam e incentivam a presença de contingentes dentro de um conceito de DEI-Diversidade, Equidade e Inclusão, com o abandono da meritocracia e sua substituição por políticas de fortalecimento da representatividade de minorias adestradas.
O islamoesquerdismo, assim, está baseado em uma premissa destrutiva – porque os esquerdistas precisam degradar a sociedade através dos movimentos como LGBT e suas dezenas de subgêneros e denominações bizarras, enquanto que países islâmicos gays e lésbicas são enforcados em praça pública para servir de exemplo. Mas não é só… Na cultura islâmica, o papel da mulher é meramente de procriar, sem direito nem mesmo a sonhar com qualquer tipo de emancipação social ou prazer sexual. E não venham dizer que sou preconceituoso e os convido a observar os Talibãs no Afeganistão, os Xiitas no Irã e os Sunitas na Arábia Saudita, para focar em alguns exemplos e nem quero aqui trazer as práticas do Boko Haram, do Erdogan na Turquia ou do Hamas da Faixa de Gaza.
Cabe a nós termos paciência e buscarmos esclarecer as pessoas sobre tais questões, mostrando aos incrédulos situações que aconteceram em vários países ocidentais, onde passeatas ou manifestações LGBTs foram atacadas por grupos de antissemitas compostos por esquerdistas e membro da comunidade islâmica. É preciso fazer, sempre, uma pergunta elementar para tentar levar as pessoas a uma reflexão: o que leva alguém do movimento LGBT odiar Israel, onde acontece uma das maiores paradas do orgulho em nível mundial, e defender grupos terroristas e países para os quais o homossexualismo é uma abominação que deve ser combatida com a execução?
Bastaria insistirmos nessa pergunta e avançarmos também para outra questão, esta direcionada aos gays e lésbicas que andam com camisetas estampadas com imagens e frases de Che: por que usas uma camiseta homenageando um facínora que sentia especial prazer em assassinar gays e lésbicas?
Voltarei a este tema do islamoesquerdismo outras vezes, porque precisamos alertar, destacar e martelar contra o absurdo de vermos jovens que pelo ódio armam o cadafalso no qual pensam que nos verão sendo executados, mas serão eles as únicas vítimas.