
Uma das guerras psicológicas mais bem-sucedidas e alguma vez travadas contra cada um de vós, que vos flanqueia, limita e aprisiona a cada instante foi a invenção do Tempo – mormente, aquele que a todos rege; o linear.
Deram-vos o calendário.
Deram-vos o relógio.
Disseram-vos que a vida é plasmada por uma linha reta que caminha para uma linha de chegada em direção ao “nada” e, claro está, à “ausência de sentido”...
Eis-vos perante a “Armadilha Linear”.
Antes que os “Senhores do Engenho Civilizacional” precisassem sincronizar os paradigmas que vos pautam, a humanidade vivia pelo sol, pela lua e pelas estações do ano, não pelo “tique-taque” de um qualquer pêndulo mecânico.
Ao inventar o Tempo o establishment criou a “perversão do sempre a perder”.
Ensinaram-vos a medir vossas vidas em “subtrações”.
Quando um relacionamento termina à margem da vossa vontade senti-vos “desesperados”.
Quando um negócio falha senti-vos “frustrados”.
Quando perdeis dinheiro senti-vos “falidos”.
Quando olhais no espelho, progressivamente, sentis a “perda” de vivacidade.
Considerais que “perdestes” anos que jamais podereis recuperar…
Mas a verdade é outra.
A natureza não tem um relógio.
A natureza utiliza o Tempo Espiral e Analemático em concomitância.
Quando uma floresta arde as árvores não lamentam.
O fogo é apenas um “zelador” abrindo espaço para a próxima versão do ecossistema.
O carbono não “desaparece”. É “energia em trânsito”.
Mas como estais obcecados pelo “calendário” vedes “cada fim” como uma decadência biológica.
Vedes um “vazio” onde a natureza vê “potencial em bruto”.
A vossa “perda” é, na verdade, a remoção de uma versão de “frequência mais baixa” de vós mesmos.
O relógio sempre quer que permaneceis em luto.
Um homem que lamenta o seu “tempo perdido” é um homem fácil de controlar.
Está ansioso, apressado e desesperado para comprar “soluções” de modo a preencher o vazio.
Não está a “ficar sem” vida.
Está a “iterar em looping”.
O “redentor” sabe que a “perda” é apenas o som do universo a “atualizar o seu hardware”.
“Reformular-vos” é a única forma de vos alinhardes com a “Frequência Natural, Inesgotável e Moduladora”.
***
O espaço sideral é outra quimera — não existe!
Tão só CGI e cartoons.
Um pseudo e noosférico cosmos projetado e criado, inteiramente, pelo dogma e condicionamento, primeiro, e, depois, pela crença coletiva cristalizada.
Uma tela onírica assim mantida pela consciência partilhada e coletivista.
A Terra não é uma pequena esfera que flutua num vasto e infinito vácuo.
É um sistêmico tórus e estacionário reino de energia infinda, isso sim.
O seu tamanho, forma e limitações aparentes existem apenas por conta da frequência que o coletivo nele ancorou.
Mudai a frequência e o reino expandir-se-á, instantaneamente, e logo assumirá outros contornos.
Outros seres não vivem em planetas físicos distantes.
Existem em dimensões e sistemas diferentes, e em estados vibracionais de consciência mais elevados.
Aquilo a que chamais “extraterrestres” ou “seres estelares” são simplesmente consciências que operam em frequências às quais a vossa crença atual está longe de sintonizar.
À medida que elevais a vossa própria frequência e vos desvinculais da antiga projeção a ilusão de distância, separação e limitação física dissolver-se-á.
Não viajais para outros mundos.
Expandis para dentro deles.
O universo não está lá fora.
Ele está dentro de vós.
A projeção é vossa.
É um jogo de espelhos.
Mudando a crença.
Mudareis toda a realidade.
Eco