Por que apoiar Flávio Bolsonaro em 2026?
O Brasil, paradoxal em sua essência (em meio às mazelas e controvérsias propaladas pela mídia sobre a pandemia), escolheu não dar prosseguimento ao governo Bolsonaro em 2022.
Resultado: vive hoje um momento de profunda instabilidade econômica, insegurança pública e grande desgaste institucional. Durante o seu terceiro mandato, Luiz Inácio cumpriu cabalmente a sua promessa: vingança. E o seu principal parceiro nessa empreitada — o STF — acaba de barrar a investigação sobre o roubo no INSS. Ou seja, um dos maiores escândalos do país, o roubo dos velhinhos, não tem importância.
Sinais preocupantes sobre a saúde mental do atual presidente
Outro ponto fácil de comprovar numa pesquisa simples é sobre a saúde mental do atual presidente. Talvez devido aos anos de vida, o presidente falou e se comportou de maneira duvidosa, sugerindo senilidade em desenvolvimento.
Exemplos recentes incluem:
- Brincando com o aviãzinho (25/03/2026): Recebeu uma maquete de avião da LATAM e saiu correndo pelo palco simulando voo com o brinquedo na mão, depois “pousou” no chão como criança.
- “Temos quase 30 milhões de pessoas com problema de desequilíbrio de parafuso. Pode uma hora acontecer uma desgraça.”
- “O Brasil será um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado.”
- “Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também.”
- “Que monstro vai sair do ventre dessa menina?” (18 de junho de 2024, entrevista na CBN).
- “Se o produto está caro, não compra.”
- “Eu sou um amante da democracia porque, na maioria das vezes, os homens são mais apaixonados pela amante do que pelas mulheres.”
Essas falas não deixam dúvidas de que algo não vai bem com o presidente. Terceirização de responsabilidade
Mas o pior acontece diante de um cenário em que o seu partido e o seu filho estão envolvidos em investigações de fraudes seríssimas — incluindo o “Masterlão”, seguramente o maior escândalo de crimes econômicos de todos os tempos, superando o Mensalão e o Petrolão. Mesmo assim, o atual mandatário se permite atribuir a culpa do fracasso econômico ao povo brasileiro.
Exemplos:
- “Temos um problema no Brasil. A economia está bem, mas temos a sociedade endividada. Tem gente que tem vício de gastar. É bom gastar, né? É bom comprar coisa. Eu vou ver uma blusinha nova na internet… ‘Ah, vou comprar essa blusinha por só R$ 50’. Aí vem um short por R$ 80, vou comprar também… e vai somando. O celular está transformando o ser humano em algoritmo. As pessoas não conseguem mais viver sem isso. A gente pede comida pelo celular, paga a conta pelo celular… parece que não é nada. Mas quando chega no final do mês, a somatória dessa quantidade de pouquinhos vira grande. E a gente começa a ficar zangado: ‘Pô, trabalhei o mês inteiro, recebi meu salário e não sobrou nada’. Aí, quem é que vocês xingam? O governo.”
- “Meu caro Zhu, na China não deve ter esse problema, mas aqui no Brasil nós gostamos muito de cachorro.”
- “Por que que as pessoas não andam meia hora todo dia? Por que que não caminham? Por que que não fazem ginástica? As pessoas têm que aprender a tirar a bunda da cadeira e andar um pouco. Andar. O cara vai comprar pão, vai de carro. O cara vai na farmácia, vai de carro...”
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Surge a alternativa: Flávio Bolsonaro
Diante dessa terceirização de responsabilidade, surge uma liderança equilibrada para dar continuidade ao projeto de 2019 que já demonstrou resultados concretos no passado: Flávio Bolsonaro.
Flávio foi escolhido diretamente por Jair Bolsonaro, a maior liderança conservadora do país, para carregar a bandeira dos valores que representam milhões de brasileiros: respeito à família, defesa da liberdade, combate à corrupção, valorização da soberania nacional, segurança pública e uma economia que priorize o cidadão comum em vez do Estado inchado.
Flávio não é um mero filho de Bolsonaro. É advogado, articulado, inteligente e altamente qualificado para reequilibrar a convivência com as divergências no país, promovendo paz social.
Experiência e capacidade de articulação
- Acumula mais de 23 anos de vida pública.
- Conhece profundamente os bastidores do Congresso Nacional.
- Sabe negociar e tem habilidade para unir diferentes setores da política em torno de uma causa maior: resgatar o Brasil “das mãos sujas do PT”.
Ao contrário da tendência de polarizar “nós contra eles”, Flávio tem trabalhado para construir pontes. Ele dialoga com governadores, prefeitos, líderes do agronegócio e setores produtivos, mostrando que é possível fazer política com responsabilidade e sem radicalismos desnecessários. Sua pré-candidatura já conta com apoio explícito de nomes importantes da política nacional e internacional, além de manifestações públicas de figuras como Regina Duarte e apoios nos bastidores de pessoas que acompanharam o governo do seu pai.Resultados do projeto que ele representaEntre 2019 e 2022, o Brasil viveu: - Redução drástica da corrupção sistêmica.
- Queda nos índices de homicídios em várias regiões.
- Reformas importantes na economia (como a Previdenciária).
- Postura firme contra ideologias que ameaçam a soberania nacional e os valores tradicionais.
Flávio representa a chance real de retomar esse caminho, com a experiência acumulada e a maturidade necessária para enfrentar os desafios atuais — especialmente o avanço do narcoterrorismo, a crise fiscal e a sensação de impunidade que voltou a assolar o país.
Ele tem defendido a união das forças conservadoras e de centro-direita, deixando de lado divergências menores para derrotar o projeto que trouxe de volta o descontrole econômico, o aparelhamento do Estado e a fragilidade nas fronteiras.
Mesmo diante de adversidades políticas e jurídicas que afetam sua família, Flávio assumiu a missão com responsabilidade e fé. Ele tem percorrido o Brasil, visitando estados do Nordeste, Norte e Centro-Oeste, levando uma mensagem de esperança e trabalho duro. Sua postura é de quem quer governar para todos os brasileiros que desejam um país mais seguro, próspero e com menos interferência ideológica nos costumes e na educação.
Conclusão
Apoiar Flávio Bolsonaro em 2026 é apostar na continuidade de um projeto que prioriza o povo brasileiro, a ordem, o progresso e os valores conservadores. É dizer não ao retrocesso, à volta de práticas antigas de gestão pública e ao enfraquecimento da nação.
Se você valoriza liberdade, segurança, família e um Brasil que respeita quem trabalha e produz — e, sobretudo, está cansado da polarização persistente que não produz nada de benéfico para a pacificação social —, Flávio é o nome que representa essa luta com dignidade e determinação.
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