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ESCATOLOGICES DUMA APOSTASÍACA CRIAÇÃO E A TRÁGICA CONDIÇÃO HUMANA – FASCÍCULO II

"Memórias & Retalhos dum Eco Inteligente e Não Replicante"

21/06/2024 às 16h13 Atualizada em 21/06/2024 às 16h23
Por: Marco Paulo Silva Fonte: Opinião
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ESCATOLOGICES DUMA APOSTASÍACA CRIAÇÃO E A TRÁGICA CONDIÇÃO HUMANA – FASCÍCULO II

O que está acima está abaixo.

A incessante batalha, antes de mais e, sobretudo, é energética / espiritual, nobres leitores. E o infra replica, em circuito perpétuo e claustro, tal supra cisma que se materializa nas mais híbridas e diversificadas formas e feitios. E como todo o Universo Divino é frequencial e desaceleradamente expansivo - primeiro onda, depois partícula -, foi, pois, pela engenharia intáctil que a mundana sublevação se fez...

Parabolizemos, metaforizemos, analogizemos e alegorizemos:

Com a expulsão do Supremo, Celestial e Angelical Reino, os anjos corrompidos, revoltosos, amotinados e, por isso, caídos, relegados então para uma dimensão sita entre o Orto Deífico e a Humanidade, criaram aí uma contra-força vibracional de bloqueio e dela resolveram dar aso à malfadada interferência, manipulação e subversão do nosso ser e da nossa alma.

O líder da insurreição - o querubim Satã - de seu nome Lúcifer (DZÁIT-GÁIST, Marco Paulo Silva, 2024), pela luminescência que o caracterizava e que se extinguiu em negro enxofre -, como retaliação à expulsão dos domínios angelicais da 8.ª e 7.ª, para a 6.ª dimensão (o reduto infernal, punitivo e de eterna quarentena), a partir duma mente (a nossa) capaz de manifestar a realidade tridimensional para a qual fora criada, o verdugo Nefarius, dizia-vos, através de nós, pois que nada conseguindo ou sabendo criar a não ser tentar destruir, na sua espectral e aprisionada condição - ainda que não totalmente, pois que mantendo extremo poder de influência nas esferas menos vibratórias da quântica dimensionalidade -, aproveitando-se, assim, da réstia de grandeza dentro da Ordem da criação, servindo-se da Sistêmica Onda, do Design e da Estrutura Divina que, até onde seu disruptivo poder alcançou (abaixo, até à nossa), pois que já nada conseguindo fazer nos planos cimeiros, materializou, por fim, seu ódio, rebarba e vingança nesta nossa concretude e mundanidade.

Projetados, concebidos e talhados para sermos Elfos e Jedis, vimo-nos transformados (não todos, ainda!) em Orc’s e Darth’s...

Não é que nós, terráqueos humanoides, e desde sempre, nos tenhamos vindo a desconhecer. Sem que o percebamos temos feito tudo o que podemos e não podemos para não nos enxergarmos, replicando, assim, com mestria (é preciso bradá-lo, pungentemente) todo um diabólico modus operandi. Tanto Satã - o Anti-Mestre da plutocracia humana - como o Homem se escondem e se escudam em tais ímpias práticas porque, no fundo, sentem uma mimética vergonha, culpa e raiva narcísica em se revelar, principalmente, em sua inveja, traição, frustração, vício, fracasso e pusilanimidade.

A dita interferência materializou-se - o “trabalho sujo” fora então intermediado e executado, ao que parece, e a julgar pelas gravuras e cuneiformes informações das Tábuas Sumérias, pelos primeiros seres corporizados que aqui surgiram e “desceram”: os Anúnaqui - em múltiplos níveis: primeiro, ao nível do DNA e da manipulação molecular da água. Além de nos sabotar, cromossomicamente, Lúcifer e seus acólitos deram um jeito de fazer com que os filhos de Anu introduzissem um isótopo no composto molecular da nossa água potável para acelerar, vertiginosamente, nosso envelhecimento físico. Duma expectativa de vida de milênios nos vimos relegados, no máximo, e excepcionalmente, a viver pouco mais de cem anos - e com isto estou sendo o mais otimista possível, pois que, e a avaliar pela nossa história recente, nossa durabilidade física tem vindo a ser massiva e duramente flanqueada e comprometida pelo que bebemos, comemos, respiramos e por aquilo que nos inoculam e injetam...

A outro nível - muito, também, pela contaminação da água potável, mas não só -, a manipulação incidiu sobre a calcificação/atrofiamento constante de nossa glândula pineal que escuda a centelha de Deus em cada um de nós. Desde sempre, desde o primeiro protótipo, os demônios a tentam destruir visando romper a nossa ligação espiritual ao Criador. Têm, de fato, empedernindo-a, provocando uma crônica interferência nos efeitos de sua potenciação (as evidências e constatações disso nas zumbificadas e alheadas pessoas pululam à nossa volta por aonde quer vamos ou estejamos), mas jamais capazes de destruí-la por completo - a centelha, leia-se - pois que ela não tem existência física ou localizável. Trata-se de uma Deífica tecnologia a que ninguém tem ou terá pleno acesso (o que explicará, quiçá, o fato de algumas almas penadas, como este que aqui pondera e perambula, estarem ainda em condição de oracular deste modo viajando no tempo e no espaço da irrestrita Consciência Mater)...

Outras manigâncias de manipulação e de desvirtuamento espiritual foram perpetradas via ilusionismos em forma de triangulações e dialéticas de fissuração, falaciosos sistemas de crença, truques de linguagem e linguística, propaganda, ideologias, todo o tipo de condicionamentos, sugestionamentos e inserção de códigos de moralidade invertida e subversiva.

Baal e Moloch, os também caídos e armados braços direito e esquerdo do irascível Lúcifer, todos irremediavelmente banidos por Deus, potencializaram a corrupção humana cruzando os desvirtuados protótipos, homens e mulheres, de modo a criar a prole que veio a transformar-se nas El-ites, castas e potestades que nos liderariam (e lideram ainda), essas mesmas que têm perpetuado a guerra espiritual contra a Criação replicando-a, ad-nauseam, neste nosso plano.

Quereis nomes?

Ainda que já revelados no fascículo I não me custará, pois, recapitulá-lo: o nefasto projeto-piloto foi implementado quando a nossa adâmica origem se organizou, civilizacionalmente, sob a nomenclatura e égide Sumério-Acadiana. Desde então, o que temos vindo a assistir são réplicas e réplicas dos mesmos padrões algorítmicos, estrategicamente geolocalizados e multipolares para “tudo abocanhar”, com passagens de testemunho e linhagem ao longo dum continuum devir, pautando, assim, toda a nossa turbulenta, babélica e sofrida história.

Repeti-lo-ei quantas vezes se fizerem necessárias: fomos e somos tragados por um jogo dialético de magia negra e dominação: dum lado o culto faraônico /saturnino-cesarista / templário / veneziano / maçônico a Baal, do outro um culto babilônico / talmúdico-cabalístico / jesuítico a Moloch. A ligá-los, pelo dorso, toda uma islâmica, vaticana, helvética e negra realeza nobiliárquica. No fim das contas a adoração e idolatria a uma coisa só: Lúcifer.

O tinhoso desiderato revelou-se, pois, exitoso e rejubila até hoje: aos períodos de ordem seguir-se-iam períodos de desintegração e deformação da realidade, perpetrados pelos próprios humanos contra os seus, ou seja, contra si mesmos, ó pobres demonizadas e desorientadas criaturas!

Uma nababa e luciférica minoria de líderes da vez contra toda uma sistêmica legião de escravos, incautos e ludibriados. Tudo se resumindo, no fundo, a uma teomania que o ranço satânico e sua cisma mórbida contra Deus legou nas nossas lideranças.

Os derradeiros implantes algorítmicos introduzidos na nossa concepção foram: a profusão de códigos linguísticos diferenciados como óbice à comunicação, concertação, entendimento, liame e união - a primeira das segregações. Sucedeu-se o livre arbítrio (lembram-se dum texto anterior?) que marcou o nascimento do nosso pecado original e o primogênito dos crimes de falsa-bandeira da humanidade – criando-se uma disrupção interna (vontade própria), aparentando ser externa (perpetrada e aventada por outrem – “Ah, foi Deus que assim nos criou!”), para exercer o monopólio da ação a ser reclamada e cobrada, sempre a seu favor e no direcionamento que melhor atenda a todos os seus vis escopos...

A última das inserções foi uma imperativa exigência e condição assente no permanente sacrifício humano como culto e adoração ao destruidor-mor: quer pela exploração crua e dura, quer pela morte física (de almas e mentes) de todas as formas possíveis e imaginárias, conhecidas de todos, e com as quais, desde sempre, temos convivido: ódio, inveja, escravidão, falsos sistemas de crenças, dissonantes e enviesadas ideologias, conflito e guerra incessante, doenças, sodomia, luxúria e um usurário sistema especulativo-financeiro assente, não no real dinheiro, prata ou ouro, mas na dívida fracionária e juros compostos...

Em vez dum lugar de expansividade vital ilimitada e de longevidade física plena, uma senzala reencarnatória reducionista e autofágica – eis este nosso mundo que, danadamente, jaz no maligno.

Uma prisão, um sistema agrilhoante e retroalimentado, um fractal reduto demoníaco e piramidal, ou não fosse esta última geometria, também ela, indevidamente apropriada, conspurcada e adulterada da Trina e Virtuosa Geometria Crística...

É neste Anti-Espírito que aqui têm surgido toda a sorte de tribos, reinados, impérios, religiões, agremiações secretas e iniciáticas, estados, nações, organizações e formas de governo, regimes, sistemas políticos, ideológicos e financeiros, organizações, agências, clubes, tratados, uniões, corporações, fóruns, federações, filantropismos & todas as máfias, submundos e estados paralelos..., todos servindo a um impostor Demiurgo, a um falso Messias, a um Não-Deus.

O nuclear, macabro e teatral enlace gira em torno da dialética dos aparentes contrários e da triangulação ajustada à nossa dimensão de ser, estar, enxergar, inteligir e operar: os vértices inferiores (o campo dinâmico e pendular da ação e dos eventos) sempre controlados, articulados e supervisionados por um vértice superior e pinacular. Nos infra vértices criam-se duas ou mais situações alegada e ilusoriamente oponentes / contrastantes que irão se antagonizar, digladiar e se destruir mutuamente para que uma síntese das duas - uma outra solução - desponte, seja implantada e aceite, solução, essa, já previamente pensada, planejada e calculada pelo cimeiro e flamejante Olho, controlador, fomentador e falso pacificador do agito – o império ungido da vez que fará o tenebroso serviço até ser substituído por outro, ou destruído até, se assim se fizer necessário, ad infinitum...

Isto, se imaginarmos um triângulo. No específico caso da pirâmide, tão adorada e louvada em nossas sociedades, tal mefistofélica articulação já será feita a partir dum ortocentro - nossas duas últimas grandes e militarizadas guerras à escala mundial (e “fujamos para as montanhas que aí virão mais”) são autoexplicativas e genuínos manuais postos em prática de todo este orto-dialético paradigma. O que delas (das ditas guerras) derivou até à nossa vigente situação é a verdadeira história da humanidade que nos escondem e não nos contam num continuado processo multigeracional em forma de demoníacos impérios, monarquias, feudos, principados, califados, dinastias, oligarquias, teocracias, estados, repúblicas, democracias, etc...

Sempre nos ofertando mentiras e não revelando as verdades.

Sempre ofertando ignorância e guardando o verdadeiro conhecimento.

Sempre rompendo com a harmonia, a ordem, com a natureza dos entes e das coisas, com a estética e com a ética, nos dando a disrupção, o bizarro, o bisonho, a feiura, a imoralidade e a barbárie.

Anotai na lápide! Insisto: o zeitgeist em nosso Reino é um ocluso e sistêmico mecanismo em torno de um milenarismo cabalístico-talmúdico que, em perpétuo-retorno, resgata as arquetípicas origens diabólicas materializadas neste agrilhoante anel (gélido e antártico...) sob a qual tudo está envolto, contido e se encerra num vórtice de fugazes e evanescentes prazeres/êxtases/sortilégios (uns poucos mais afortunados, outros nem isso), mas todos cilindrados, certamente, por sofrimentos, angústias, dores, perdas e morte...

                                                                                                                                                                                                                                                     Eco

 

                                                                                                         

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Marco Paulo Silva
Marco Paulo Silva
Sobre Nascido, em 1975, e criado em Terras lusitanas, formei-me, academicamente, em Psicologia Clínica. Na busca pelo binômio - independência financeira / vocação -, há mais de duas décadas que dedico minha vida profissional à investigação criminal e segurança pública. A partir de 2020 enveredei numa saga literária cujas façanhas já deram azo a três diamantinas obras: COSMION, POMPA & CIRCUNSTÂNCIA e DZÁIT-GÁIST... O futuro a Deus pertence... Hoje, vivo em São Paulo, Brasil.
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