
O comum mortal chama-a, vaga, quando não levianamente, de “espiritualidade” apenas “porque sim”, sem compreender, minimamente, o seu real alcance e abrangência.
Porque a “cientificidade” inerente a ela ainda não foi nomeada, mesurada ou compreendida – será?
É que “oculto”, neste âmbito, não significa “desconhecido, misticismo ou magia negra”, mas sim, ESCONDIDO / CODIFICADO…
Toda experiência mística aplicada à espiritualidade nada mais é do que física e biologia quântica percepcionada e revelada por mecanismos da consciência cujos instrumentos para a detetar nos foram e sempre têm sido suprimidos.
Por quem?
Pela Elite – sempre a presuma…
Meditação?
Uma mudança precisa e ascensional nas frequências eletromagnéticas.
Manifestação?
Campos de probabilidade alterados pela intenção e foco.
Intuição?
Dados à priori fluindo do campo quântico.
Cura energética?
Reparo biofotônico + recalibração de frequência.
Sincronicidade?
Ressonância alinhando linhas de tempo com eventos.
Nada é aleatório.
Nada é puramente “místico” – contém, também, e sempre, o logos.
É, portanto, todo um processo quântico que, simplesmente, ainda não aprendemos a decodificar.
Os “antigos” não se punham a adivinhar — eles trabalhavam com ciências que nos suprimiram e / ou nos esquecemos de usar.
A espiritualidade é, simplesmente, a física invisível da existência, o projeto por trás da matéria, a arquitetura antes da forma…
E na medida em que nossa percepção se expande, na medida em que nossa frequência aumenta e na medida em que começamos a ler a realidade em frequências mais elevadas — perceberemos, desde logo, algo grandioso:
Que a consciência é a maior tecnologia já criada.
Que ela processa linhas do tempo.
Colapsa realidades.
Se comunica através de dimensões.
Aprimora o DNA.
Programa nosso campo energético.
E reescreve nosso destino.
Nenhuma máquina ou IA consegue fazer o que uma mente humana plenamente desperta pode realizar / alcançar.
Nenhum dispositivo (que não um humano e possuidor de consciência) pode igualar o poder de uma alma operando em sua frequência máxima.
Nossa consciência, quando exponenciada, é, em rede, o supercomputador original — autoatualizável, multidimensional e ilimitado.
A espiritualidade é, simplesmente, a ciência do invisível, a física da alma,
o projeto e a arquitetura da realidade antes de ela colapsar em matéria.
Um dia, o Homem deixará de separar as duas (sempre a danada dualidade…).
Porque espiritualidade e ciência não são opostas – elas são uma e a mesma linguagem falada em densidades diferentes.
À medida que nossa consciência se eleva, à medida que nossa percepção se expande, à medida que nossa frequência se aguça — passamos a compreender o que sempre foi verdade:
Espírito é energia;
Energia é informação;
Informação é ciência.
Vós sois a tecnologia.
Vós sois o decodificador.
Vós sois a frequência.
E uma vez que passeis a compreendê-lo tudo ao vosso redor se tornará programável e realizável:
Vós sois vossos próprios salvadores.
Disseram-lhes vos que sois, fundamentalmente, imperfeitos.
Que sem algo externo a urdir estareis perdidos.
Então buscastes.
Buscastes em igrejas e templos.
Em livros, professores, mestres e gurus.
Em paixões, afetações e conquistas.
Em substâncias e distrações…
Procurastes em todos os lugares, exceto, no único lugar onde realmente tudo poderá ser encontrado:
Dentro de vós!
Eco