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STRANGER THINGS

Memórias & Retalhos dum Eco Inteligente e Não Replicante™

Marco Paulo Silva
Por: Marco Paulo Silva Fonte: Juntando as peças com intelecto, lucidez & cognição impoluta™
09/01/2026 às 14h32
STRANGER THINGS

Stranger Things não é apenas mais um seriado de streaming / televisionado.

Alegadamente se apresentando como um enredo e uma estória de ficção científica, com terror à mistura.

Monstros...

Mortes e chacinas...

Crianças em suas bicicletas, com seus jogos e sua santa inocência...

E (mais) uma injeção mental da doutrinária & ideologizante Netflix...

Mas, já lá iremos.

Observai, antes, e escutai este Eco com a máxima atenção:

 

Toda a trama gira em torno de crianças sendo usadas como portais.

Não soldados.

Não adultos.

Crianças.

E por que elas?

Porque as crianças possuem força vital pura consciência intacta, imaginação inabalável, energia inexplorada…

Suas mentes ainda não estão totalmente seladas…

Sua Pineal e seus circuitos neuronais ainda se consubstanciam como portais abertos

É por isso que os experimentos (e eles foram reais nos anos 60 e 70, do século passado, sob o demoníaco selo “MK Ultra” – malditos foram e sejam!) foram feitos com e nelas…

 

Em Stranger Things as crianças do experimento são treinadas, isoladas, eugenizadas, traumatizadas e levadas além de seus limites para abrir “portas” entre mundos.

E isso não é ficção nem narrativa aleatória ou imaginativa — é lógica oculta constatável e ancestral envolta em visuais ultra-tecnológicos modernos

Sangue & Energia Frequencial são as moedas correntes (sempre o foram e serão) da batalha espiritual e atemporal que nos assola, e, aqui, materialmente, neste mundo se expressa.

Medo, terror, barbárie e caos são o combustível.

E a Força Vital de cada alma, fundamentalmente, a das almas mais puras é a chave.

Vecna não está apenas matando.

Ele está drenando.

Ele não esfaqueia.

Ele não atira.

Ele suga tudo até a última gota — sangue, fôlego, alma, essência

 

Sangue carrega memória.

Sangue carrega frequência.

Sangue carrega poder.

Cada vez que Vecna se alimenta, o véu interdimensional se torna mais fino.

Cada morte amplia a fenda.

Cada criança drenada alimenta a expansão do anti-reino.

E é deste modo que o Mundo Invertido sempre se fortalece – à base de sacrifício.

 

Os monstros são os meios;

O fito é a coleta de energia.

Os exatos moldes da guerra espiritual que, atemporalmente, se expressa e se abastece neste nosso mundo terreno.

Vecna representa a inteligência parasitária luciferiana que não podendo criar vida, consome-a.

Ele precisa de trauma.

Ele precisa de terror.

Ele precisa de sofrimento para se ancorar neste mundo.

Entendem agora para que servem as “guerras, as revoluções, as disrupções, as pandemias e a escassez”?…

 

E os portais?

Eles não se abrem apenas com tecnologia.

Eles se abrem com consciência + imaginação + sangue + dor.

Rituais antigos usavam a mesma fórmula.

Eras diferentes; Mesmo feitiço e sortilégio…

As crianças sempre têm sido o alvo dos sistemas ocultistas (“pedos & para-pedos”) porque estão mais próximas do limiar entre os mundos — ainda conectadas à imaginação, ainda conectadas à Fonte, ainda capazes de ver o que nós adultos fomos, massivamente, programados para esquecer (via educação, escola, universidade, aculturação, ideologias, religião, mídia e entretenimento)…

É por isso que Eleven é a chave do enredo.

Não porque ela seja super-forte física e/ou psiquicamente.

Mas porque ela sabe, está superconsciente e se lembra de como o sentir e regatar…

 

O amor, o liame, a união e concertação desmoronam qualquer reino do mal.

A conexão enfraquece Vecna.

A Humanidade (se assim o entendesse e o fizesse) interromperia o feitiço…

Porque o reino do mal só prospera na desconexão – fraturando, segregando, dividindo…

No isolamento…

No medo e terror…

No caos…

Mas a partir do momento em que a Força Vital é resgatada o portal fechar-se-á.

Eles – os Controladores deste nosso mundinho (donos da “porra toda”, Netflix inclusa, por óbvio!) – mostram-nos sempre as verdades disfarçadas de ficção, porque a realidade é mais palatável e mais fácil de engolir quando você a chama de “entretenimento”…

 

Stranger Things não é nada “estranho”.

É familiar.

É um clássico.

É ancestral.

E está vos dizendo exatamente como as portas se abrem e permanecem abertas — e por que eles não querem que vós vos lembreis de como fechá-las.

E aqui está a parte que eles, viperinamente, sussurram e regurgitam em vez de gritar:

 

O verdadeiro perigo não são os monstros do outro ladosão os humanos esquecendo que são os guardiões e possuem o domínio da situação.

 

Quando o medo domina a mente, a porta se abre.

Quando o trauma se repete no sistema nervoso, o portal se estabiliza.

Quando o sangue é barbaramente derramado, algo não desejável responde.

Este é o verdadeiro Mundo Invertido — um mundo nascido da dor não curada, da identidade fragmentada e da inocência roubada...

 

Mas todo portal tem uma fechadura.

E a fechadura é a consciência – por isso é que este Eco tanto a reverencia, reverbera, brada e ecoa por estas e outras bandas.

No momento em que a consciência retorna ao corpo, no momento em que o medo perde seu poder, no momento em que a força vital é recuperada em vez de drenada — o reino das trevas desmorona.

 

Porque o mal não pode sobreviver onde a luz (consciência) existe.

Ele não pode se alimentar onde a verdade é vista.

Ele não pode entrar onde a sagrada soberania é lembrada.

É por isso que a lembrança é ameaçadora.

É por isso que o despertar é sempre atacado.

Por isso as crianças sempre são os primeiros alvos.

Não porque sejam fracas — mas porque são poderosíssimas além e à margem da negra influência...

 

E uma vez que esse poder seja lembrado, não será mais necessário derramamento de sangue.

Nenhuma porta poderá mais ser arrombada.

Nenhum reino poderá mais se alimentar daquilo que nunca lhe pertenceu.

O portal não se fecha por fora.

Ele se fecha por dentro.

 

Post Scriptum:

O lado mais negativo e censurável em Stranger Things é a inversão de papéis de cada sexo – algo, não exclusivo, diga-se a bem da verdade, do selo em apreço, pois que massivamente destilado em quase todos os filmes e seriados com que somos brindados de há muito a esta parte.

No final os homens / rapazes ficam falando sobre relacionamentos e as mulheres / meninas são as responsáveis por toda ação, protagonismo e proteção.

Os homens são retratados deveras inseguros tomando, a todo o momento, lições de moral de meninas que “explicam” para eles como as coisas funcionam e devem ser.

O papel masculino é, pois, destruído e substituído na estória por um efeminado modo de ser e estar cujo único momento central de empoderamento masculino ocorre quando um dos personagens reúne a galera para falar que “saiu do armário”, que “se descobriu” e “que o que mais gosta é de convexidades e protuberâncias”…

Como se isso tivesse alguma relevância na ação e enredo em causa ou contribuísse para um qualquer incremento de qualidade à película.

 

Um apelo, portanto, que nos vão enfiando goela abaixo, bem perceptível na estória, dum desejo feminino de dominar e substituir o masculino.

Um desejo por reparação de uma dívida histórica (alegam-no) advinda do demonizado patriarcado que, esperneiem o que quiserem, é a base de sustentação de qualquer família, coletividade e civilização…

É a agenda progressista “modo velocidade de cruzeiro” sendo aplicada e consumida por todos, diuturnamente – e que estrago a mesma tem feito, e faz, em crianças e adolescentes em qualquer cadinho deste mundo…

Todas as estórias, hoje, são sempre para mulheres ou apelando à neutralidade.

Não temos mais histórias para meninos e varões.

A própria Netflix tem uma aba pra “meninas fortes”, mas não tem o mesmo para meninos…

 

Homens são contadores de estórias naturais.

E as estórias têm um papel fundamental no desenvolvimento da masculinidade de uma forma que não impacta nas meninas em sua feminilidade.

O inverso já não é, de todo, verdadeiro, e tais narrativas são fulcrais para uma identidade / imago masculinizada sanígena e salutar.

E o que é que a agenda & o establishment fazem:

Invertem-nas, subvertem-nas, reescrevem-nas, removem-nas e / ou as extirpam em seu alcance natural e idílico...

Eco

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Alexandre Há 1 semana SP SP A realidade é retratada em forma de ficção. É a programação predileta em curso, é a normalização para não haver escandalizado. Muito bom texto.
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Marco Paulo Silva
Marco Paulo Silva
Nascido, em 1975, e criado em Terras lusitanas, formei-me, academicamente, em Psicologia Clínica.
Na busca pelo binômio - independência financeira / vocação -, há mais de duas décadas que dedico minha vida profissional à investigação criminal e segurança pública.
A partir de 2020 enveredei numa saga literária cujas façanhas já deram azo a três diamantinas obras: COSMION, POMPA & CIRCUNSTÂNCIA e DZÁIT-GÁIST...
O futuro a Deus pertence...
Hoje, vivo em São Paulo, Brasil.
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