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A DUPLA FENDA E A MANIFESTAÇÃO DA REALIDADE

Memórias & Retalhos dum Eco Inteligente e Não Replicante™

Marco Paulo Silva
Por: Marco Paulo Silva Fonte: Juntando as peças com intelecto, lucidez & cognição impoluta™
22/08/2025 às 16h33
A DUPLA FENDA E A MANIFESTAÇÃO DA REALIDADE

Transformações / mudanças / evoluções pessoais, em seu sentido lato e abstrato, só existirão por conta de realidades paralelas ou alternadas conforme o desejem perspectivar.

E tais realidades só poderão ser percebidas (e acedidas) através do efeito do observador.

Destrinchando:

Quando tendes um ponto e o observeis, o que passareis a ver?

O dito ponto?

Não!

Passareis a ver, não o ponto em si, mas um outro ao qual se dá o nome de ponto ou padrão de interferência.

Isso porque a percepção subjetiva passou a interferir em algo preexistente.

Aonde quero que chegueis:

Quando olhais para uma qualquer concretudee passas a enxergar algo diferente ou “de sinal contrário” ao que é tido como real passeis a criar um efetivo e transformador padrão de interferência.

Mas, atenção, para que essa interferência ocorra é necessário que haja um olhar não passivo, adestrado, manso, apático ou zumbificado (o olhar das grandes massas), mas perscrutador, indagador, não conformista, reflexivo e de busca do real sentido.

Posto isso chegareis a uma basilar inferência:

Não há melhor maneira de interferir sobre o mundo do que criar um novo mundo.

Ou a clássica ilação de que para se quebrar um padrão bastará responder-lhe diferentemente

 

Nós somos co-criadores da realidade, lembram?

Estamos, ao menos, aparelhados para sê-lo, mas a esmagadora maioria das pessoas ignora-o e passa toda uma vida sem sequer o consciencializar…

A primeira das realidades é você. A segunda realidade é aquela que existirá e continuará existindo – esse mundo que aí está assente num certo e dado padrão de informação escamoteada, por um lado, manipulada e propagandeada, por outro. E a terceira realidade exponenciada a n que pode passar a existir será aquela que, porventura, com o vosso olhar, passareis a captar desse apriorístico e imposto padrão, e daí passardes a criar então uma nova concretude.

 

Já ouvistes falar no experimento da dupla fenda?

Quando partículas são projetadas por intermédio de duas fendas em forma de palito, num anteparo, vós espereis que o padrão das partículas fique marcado naquele com dois palitos também.

Mas, no dito experimento, ao se dispararem feixes de luz que trespassaram tais fendas, em vez de se verem dois, passaram a ver-se muito mais…

O que isso nos revelou de extraordinário?

Que as partículas se comportarão como matéria quando mensuradas, olhadas, observadas pelo olho humano, mas quando mensuradas por um qualquer equipamento, que não o nosso olho, elas se comportarão como onda.

Ou seja, que o observador tem o poder de manifestar e interferir em realidades alternadas.

Esta dualidade versátil e subtil de ser onda ou partícula é o que acontece conosco a todo o tempo.

Vós ora sois partícula, ora sois onda.

E quando e enquanto onda (estados de reflexão, concatenação, discernimento, consciencialização, elevação, imaginação, dimensionalidade, misticidade e elevação) será a condição que vos capacitará à projeção de novas realidades.

E cada vez que projetardes novas realidades elas passarão a estar disponíveis para serem vivenciadas.

O tempo todo nós somos uma das fendas.

Eles, os geômetras do mundo, são a outra fenda.

E qual é a negra mágica por eles operada?

Fazer com que nós repliquemos o padrão de interferência que, a cada momento, melhor sirva aos seus propósitos e finalidades.

Quanto mais eles inserirem informações dissonantes e disruptivas, quanto mais nos mandarem dados falsos e manipulados, dogmas e mais dogmas de todo o tipo e espectro, mais nós replicaremos e exponenciaremos o que eles querem e desejam que seja enfatizado e vivenciado.

Deste modo, criaremos o mundo que eles querem que seja criado, ecoando-o e fazendo-o, de fato, e, vividamente, acontecer…

 

Conseguis entender ou alcançar o que aqui vos escrevo?

A única forma de mudardes o ilusório, o falso e pernicioso padrão de interferência em que sois forçado a viver passa por criar um outro padrão, um padrão que vos seja genuíno, verdadeiro e harmonioso, que vos faça sentido, que tenha razão de ser, em uma nova onda.

E essa nova onda só pode ser colapsada mediante uma nova frequência.

E essa nova frequência só advirá de um novo banco de dados que não aquele que vos é imposto, novo banco de dados, esse, cujo foco e investimento consubstanciam a jornada literária deste ecoante andarilho, desde ano de 2020 até ao presente momento, quer seja por intermédio de minhas três obras publicadas, quer neste espaço semanal desde os seus primórdios, corria então o ano de 2024.

 

As potestades construtoras atemporais, a plutocracia da vez, sabem-no perfeita e conscientemente.

Sabem, pois, que repetindo apenas padrões construídos a contento eles, através de nós e só através de nós – percebei! –, promoverão o pavloviano mundo que aí está, o que esteve anteriormente e o que virá

Tudo que vós vivenciareis e tereis como real dependerá sempre do que carregareis e do que vos foi projetado e por vós introjetado.

Se quiserdes mudar o mundo em que estais inseridos tereis que mudar o que carregais como entrópica informação e falso conhecimento, de modo a criar, então, um novo padrão de interferência, um novo ponto de singularidade, uma nova experiência, no fundo, uma nova manifestação da realidade.

Há, pois, uma saída.

Há, pois, como alterar esta danada realidade em que estais enredados.

Há como viver num novo mundo ainda que estando neste…

Eco

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Marco Paulo Silva
Marco Paulo Silva
Nascido, em 1975, e criado em Terras lusitanas, formei-me, academicamente, em Psicologia Clínica.
Na busca pelo binômio - independência financeira / vocação -, há mais de duas décadas que dedico minha vida profissional à investigação criminal e segurança pública.
A partir de 2020 enveredei numa saga literária cujas façanhas já deram azo a três diamantinas obras: COSMION, POMPA & CIRCUNSTÂNCIA e DZÁIT-GÁIST...
O futuro a Deus pertence...
Hoje, vivo em São Paulo, Brasil.
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