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O ORDENAMENTO CRIPTOCRÁTICO

Memórias & Retalhos dum Eco Inteligente e Não Replicante™

Marco Paulo Silva
Por: Marco Paulo Silva Fonte: Juntando as peças com intelecto, lucidez & cognição impoluta™
15/08/2025 às 16h19
O ORDENAMENTO CRIPTOCRÁTICO

Começarei a presente dissertação com um discurso de J. F. Kennedy que antecedeu (e acelerou, direi) seu assassinato – um internal job, tal como o 11 de setembro e tantos e tantos outros perpetrados por quem, de fato, fundou tal nação e a controla, assim como a tudo e todos):

… “Senhoras e senhores, o secretismo é repugnante em uma sociedade livre e aberta. E nós, como um todo, somos opostos a sociedades secretas, a promessas secretas e a procedimentos secretos.

Nós nos opomos a uma conspiração monolítica e imprudente que se baseia principalmente em meios covardes para expandir sua esfera de influência.

Em infiltração, em vez de invasão.

Em subversão, em vez de eleição.

Em intimidação, em vez de uma escolha livre.

Suas preparações são camufladas, não publicadas.

Seus erros são branqueados, não apresentados.

Suas descendências são silenciadas, não honradas.

Suas expensas não são questionadas, seus segredos não são revelados.

Estou pedindo a vossa ajuda em uma grande tarefa de informar e alertar o povo americano, confiante que o homem será o que nasceu para ser: livre e independente”…

 

O estadista denunciava, pois, ainda que se escusando a “chamar os bois pelos nomes”, a criptocracia secreta de uma elite secular e atemporal, criptocracia, essa, que conduzia (e conduz) na obscuridade, por “debaixo dos panos” e por meios torpes a nação americana e a sociedade humana como um todo.

Tal criptocracia já por mim dissecada e nomenclada nas primeiras colunas deste divagante espaço como: Satânica, Saturnina, Talmúdica, Sufi-Cabalística, Babilônica, Faraônica, Romana, Khazar, Ashkenazi, Veneziana, Jesuítica, Sionista e que se identifica (ou é identificada) como Cripto-Judaica vejam-na como melhor vos aprouver e vos seja entendível – é a criadora, entre os mais diversos ideológicos e dialéticos antagonismos, de todos os credos e cismas místico-religiosas sejam elas abraâmicas ou não.

Os mundanos e reais Senhores dos Anéis…

 

Tais criptos (que nada, rigorosamente nada, têm que ver com os hebreus bíblicos, ou seja, que nada têm de semitas) estão, portanto, por detrás de todos os impérios, revoluções, guerras, geopolitizações, confrarias, sociedades secretas/iniciáticas, ordens, igrejas, templos e mesquitas…

Sim, estamos todos dentro e enquadrados por uma “Estrela de Davi” (que nada tem que ver com a louvada personalidade bíblica) e / ou por uma “Lua Crescente”, também ela, contendo uma “estrela”…

Uma “estrela” que tem assumido, ou melhor, que deriva de várias outras formas e / ou geometrizações (cubo, hexograma, triangulação, cruz gamada) mas que, no fundo, representa um saturnino (saturn / satan / saturday / sabbath) anel que tudo circunscreve, controla, enfeitiça, mói e traga…

 

A entidade “monolítica” a que Kennedy fez referência tem sua origem, pois, no berço da civilização humana.

Uma faixa territorial que vai do Cáucaso aos Tártaros, da hoje Turquia até à Índia e que abarca, portanto, todo o Médio-Oriente e Península Arábica.

Uma região que tem sido, e é, palco de todos os holofotes, almas, mentes, olhos e ouvidos, de destruição e conflitos-mil, por um lado, e, por outro, de ostentação nababesca e vanguardista ou não tivéssemos a falar, por exemplo, dos atuais sultanatos árabes, emirates e afins para onde tudo conflui

Da citada área geográfica as extirpes monolíticas foram-se expandindo e se infiltrando em tudo o que foi regime / governo, abocanhando tudo o que é nação.

Em 1948, por fim, e depois da carnificina de duas grandes guerras urdidas e feitas a contento (embora tal verdadeira história e razão, por óbvio, não nos seja ensinada), lá estatizaram e tomaram para si um território sacralizado e pejado de simbolismo para o imaginário coletivo de todas as almas, mentes, credos e etnias, denominando-o com o mais adorado, por um lado, e odiado, por outro (tese + antítese = síntese) dos hipnóticos anagramas: IS-RA-EL

Hoje reinam em tudo o que é cadinho de terra, mar e gelo.

 

Alguns (pouquíssimos ou, até nenhuns) se perguntarão por que certa e determinada obra literária (Pompa & Circunstância, Marco Paulo Silva, 2022) tem como cenário / contexto territorial a Turquia.

A obra é autoexplicativa – para quem a ler…

Mas ficai com algumas indagatórias particularidades de modo a aguçar e estimular vossa curiosidade (se ainda a tiverem) e reflexão:

Por que cargas d’água o império romano, segundo dizem, em declínio, decidiu sediar-se em Constantinopla?

Por que ali foi o baluarte do Império Bizantino e depois Otomano?

Por que ali abrigou batalhas épicas entre Venezianos e Otomanos?

Venezianos, para quem não sabe (a esmagadora da esmagadora da maioria) foram os patronos, arquitetos & engenheiros do que veio a ser a Inglaterra e, esta, do que veio a ser os EUA (e lá volteis à “casa de partida” donde iniciamos esta exposição)…

E falando em “batalhas épicas” alguém sabe onde fica a antiga Troia?…

Os judeus espectrais aqui em destaque, à semelhança de tudo o que é lugar, assombram há muito a imaginação popular turca.

Muitos secularistas do País acreditam que o primeiro-ministro Erdogan é um cripto-judeu trabalhando ao serviço da patota oculta. Islâmicos e cada vez mais grandes segmentos do público leitor turco pensam que os tais criptos derrubaram o sultão otomano e dissolveram o seu império islâmico para substituí-lo por uma república secular “mais laica” liderada pelo eudeusado agente duplo Mustafa Kemal Ataturk.

Quem já visitou aquele País, nomeadamente, Istambul, e observou com olhos de ver o tecido social nas ruas, percebe o contraste de duas forças ali a operar impostas pela mesma críptica musculatura: a ocidentalização progressista versus o ortodoxismo islâmico.

Oficialmente, para o “turco-médio” (tal o grau de adoração devota que patenteiam), soará a pecado de morte afirmar que a República da Turquia, nos moldes em que hoje se apresenta, fora liderada e libertada por um cripto.

Células de cripto-judeus sempre coexistiram na Salônica Otomana, os mesmos que, por uma via, “se converteram” ao Islã tendo como messias o Rabino Sabbatai-Sevi; os mesmos que, por outra via (as clássicas duas vias para criar uma terceira), viriam a criar o movimento Chabad-Lubavitch o tal que, de há uns tempos a esta parte, foi “empedernido e cravado” no Muro das Lamentações ao qual todos os governantes mundiais, sempre ornamentados em seu respectivo kipá, lhe prestam culto e vassalagem um conundrum só decifrável a quem lê algo assim e o passa a compreender…

 

Uma mescla de cabala judaica, sufismo islâmico e vaticanísmo formata o Governo Oculto Mundial.

Esperneiem ou não, se engalfinhem ou não, xinguem ou não – é disto que se trata e que a todos controla.

Uma irmandade que se faz parecer antagônica e arquirrival, mas cujas estruturas compõem um mesmo tinhoso e monolítico rochedo.

Algo que ela veio a transpor, depois (a partir da mãe das revoluções – a francesa), para a arena política com a fraturante “esquerda e direita” – asas, tão só, de uma mesma ave de rapina…

Daqui chegastes às “repúblicas” e às “democracias” de hoje…

Ao entenderdes derradeiramente tudo isto passarás de nível, quer esse nível seja espiritual, quer seja político, quer seja cognitivo, quer seja, em última instância, metafísico-transcendental…

Para investigar os invisíveis dos séculos antecedentes é preciso, primeiro, identificá-los nos séculos XVIII, XIX, XX e XXI quando dantescas e trágicas transformações nos processos históricos eclodiram e os tornaram visíveis.

E assim adentrastes numa Nova Ordem Mundial que não passa sempre de um velho, sincrético e criptocrático Ordenamento…

Eco

 

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Marco Paulo Silva
Marco Paulo Silva
Nascido, em 1975, e criado em Terras lusitanas, formei-me, academicamente, em Psicologia Clínica.
Na busca pelo binômio - independência financeira / vocação -, há mais de duas décadas que dedico minha vida profissional à investigação criminal e segurança pública.
A partir de 2020 enveredei numa saga literária cujas façanhas já deram azo a três diamantinas obras: COSMION, POMPA & CIRCUNSTÂNCIA e DZÁIT-GÁIST...
O futuro a Deus pertence...
Hoje, vivo em São Paulo, Brasil.
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