
Num Brasil ferido por injustiças, onde a liberdade é algemada e a verdade é calada, muitos carregam o peso de medidas cruéis que tentam apagar vozes de coragem. Tornozeleiras eletrônicas e proibições nas redes sociais são as mordaças de hoje, impostas para silenciar quem ousa sonhar com um país justo. Mas, em tempos assim, seria impensável que o líder de um povo tão sofrido escapasse ileso. Jair Bolsonaro, com uma tornozeleira na sua perna e a voz proibida nas redes, não apenas enfrenta essa perseguição: ele a transforma em um grito de resistência, um símbolo de sua liderança indomável. Ser líder é chorar as dores dos seus, é carregar suas cicatrizes, é lutar mesmo quando o mundo parece desabar. E é isso que faz de Bolsonaro o coração pulsante de milhões de brasileiros que não se rendem.

Hoje, 3 de agosto de 2025, o Brasil se levanta em um brado que faz tremer o chão, de norte a sul, em um clamor que atravessa o coração de 62 cidades. É o povo, com lágrimas nos olhos e o fogo da esperança no peito, tomando as ruas para defender a liberdade, a justiça e, acima de tudo, Jair Bolsonaro – o homem que, para milhões, é a luz de um Brasil soberano e verdadeiro. O sistema tentou calá-lo, confinou seu corpo em Brasília, prendeu-lhe uma tornozeleira que ele mesmo chamou de “humilhante” e “degradante”. Mas o que o sistema não entende é que uma tornozeleira pode limitar o espaço, mas jamais o alcance de um líder que vive no coração do seu povo.
Enquanto Bolsonaro, em sua casa, assiste às manifestações pelo celular, seu espírito está nas ruas, pulsando em cada bandeira verde-amarela, em cada hino cantado com fervor, em cada lágrima de indignação. Sem provas concretas, acusado injustamente, proibido de falar com seu filho @BolsonaroSP e de se aproximar de embaixadas, ele é tratado como ameaça por aqueles que temem sua verdade.

Mas as ruas de Copacabana, da Avenida Paulista, de cada canto deste país, respondem com um rugido de amor e resistência: “Bolsonaro é inocente, limpo, honesto, patriota. Ele não é bandido para usar tornozeleira. Bandido é o Lula!” Essas palavras, gritadas com paixão em um carro de som no Rio, ecoam como um hino de revolta contra um sistema que tenta, em vão, apagar a chama de um líder.

Enquanto Lula e seus aliados tramam para sufocar o patriotismo, o povo brasileiro ergue a cabeça. Com faixas erguidas e vozes que o sistema não pode calar, as manifestações não são apenas por Bolsonaro – são por um Brasil que se recusa a ser silenciado, que se recusa a ver a justiça dobrada por interesses mesquinhos. O governador Cláudio Castro, com a emoção de quem sente a dor do povo, declarou: “O grito de hoje ecoará pelo Brasil e pelo mundo inteiro!” E ecoará, porque o amor por um líder não se apaga com tornozeleiras, nem com proibições, nem com perseguições.
Bolsonaro, mesmo preso em Brasília, está em cada canto deste país. Ele está no choro de uma mãe que ergue a bandeira, no punho cerrado de um jovem que sonha com liberdade, na oração de um povo que não desiste. A tornozeleira, inócua em seu intento de diminuí-lo, é apenas uma marca temporária diante da eternidade de sua luta. Como clama Isaías 61:7, “Em lugar da vossa vergonha, tereis dupla honra”. A humilhação imposta pelos homens será transformada em glória pela força de Deus e pela lealdade de um povo que nunca abandona seu líder.
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Por Sérgio Júnior