
Nada do que foi dito sobre a Guerra na Ucrânia é crível, a imprensa tradicional e sites alternativos transformaram-se em porta-vozes da OTAN, glamourizando a guerra e aliciando jovens inocentes para cruzarem o mundo na defesa do bailarino de Kiev. Volodymir Zelensky mandou para a sepultura a maioria dos homens adultos do seu país, num desastre sem igual, nem a SS de Himmler conseguiu tal feito e pelo que vimos, na sua reunião de 28/02/25, com Trump e Vance, ele estaria disposto a sacrificar também seus adolescentes nesta carnificina.
Os soldados ucranianos tombaram com honra, mas a Guerra jamais aconteceria se a OTAN tivesse cumprido o acordo de não avançar para o Leste. Zelensky e Biden são fantoches do THE GREAT GAME, um plano inglês, do final do século XIX, que visava dividir a Rússia entre as potências coloniais, esta ideia estúpida renasceu em Hitler com seu Lebensraum e foi repaginada agora, com a teimosia europeia em militarizar a fronteira russa, foi mais um capítulo de uma novela que se repete desde a Invasão Mongol de 1237 e que exigiu vassalagem russa até 1480.
Confesso que sou um aficionado por História Militar, é um tema que me fascina e que procuro estar sempre atualizado. Acompanhei com interesse os acontecimentos na Ucrânia. Além dos aspectos políticos, econômicos e militares que deflagraram as hostilidades, também estava em jogo o entrechoque de duas escolas militares, com doutrinas, tecnologias, treinamento e estrutura de comando diferentes. Enquanto a OTAN/Ucrânia apostava na tecnologia e numa cadeia de comando mais fluída, a Rússia apostava suas fichas na sua tradição militar já consolidada.
Na guerra, a primeira vítima é a verdade, esta frase atribuída ao dramaturgo grego Ésquilo também seria testada. Num ambiente vigiado por milhões de câmeras e smartphones, coberta por uma ampla rede de satélites e torres de telefonia, era de se esperar que a verdade dos combates prevalecesse sobre os usuais e mentirosos briefings ditados pelos próprios militares. O que se viu, no entanto, foi uma profusão de narrativas irresponsáveis e sem a menor correlação com os fatos, que glamourizava a guerra e construía a ilusão de que os russos seriam incapazes de vencer.
Logo no início do conflito, a Rússia avançou em duas frentes: pelo Leste, fortalecendo o controle sobre as repúblicas separatistas de Donetsk e Lugansk e pelo norte e via Bielorrússia, movendo uma coluna blindada de 64Km de extensão, que paralisou nas portas de Kiev. Vamos focar aqui: Por qual motivo a Rússia desistiu de invadir Kiev? Até hoje não sabemos o que levou a isto, imprensa, militares, influencers, ninguém, exceto os comentaristas de neutralidade, estes afirmam categoricamente que a OTAN ameaçou os russos com um ataque nuclear.
Pessoas do mais alto gabarito arriscam sua credibilidade para afirmar que Putin foi o único adulto na sala e impediu uma escalada mais catastrófica ainda, isto é muito constrangedor, não? Você aí, todo feliz, com a bandeira da Ucrânia no seu perfil e os líderes ucranianos e globalistas criando um clima de Guerra Total pelas suas costas? Assim, o que vimos foi uma censura absoluta, o globalismo comprou a imprensa profissional e apertou a censura e o cancelamento nas redes sociais. Com isto, as perspectivas de conhecermos a verdade do campo de batalha naufragaram.
Nestes três anos a Ucrânia foi massacrada, mas os líderes globalistas nos vendiam feitos heroicos, resistências impossíveis e vitórias improváveis, tudo apontava para a derrota russa, mas os fatos denunciavam que os perdedores avançavam, conquistando territórios e os vencedores, recuavam, eram cercados, morriam em combate ou se entregavam aos russos. Era bem fácil desmascarar as mentiras, a imprensa divulgava as localidades e cidades em disputa, você cruzava estas informações no mapa e OPA!!! Concluía que os russos só podiam estar avançando.
Assim, criavam-se os mitos que justificavam a carnificina, quem lembra do FANTASMA DE KIEV? Um mito criado através de vídeo games, com caças supersônicos metralhando caças russos, ou a defesa heroica de MARIUPOL? Quando mais de 800 soldados ucranianos foram sacrificados para defender oficiais da OTAN, ou dos russos lutando com pás de trincheira? Quando, na verdade, eram os próprios ucranianos que estavam sem munição, ou dos soldados norte-coreanos lutando ao lado dos russos? Dos quais não se tem uma foto ou qualquer outra evidência crível.
Tudo nesta guerra é mentira, invenção barata e narrativas. Quando a opinião pública ocidental foi confrontada com os resultados, obtidos no terreno, uma onda de incredulidade e negação invadiu as redes sociais, num misto de negação e ódio aos russos. A verdade é que a OTAN perdeu a corrida tecnológica no campo militar, hoje não existe sequer paridade entre as armas ocidentais e russas, o arsenal fornecido a Ucrânia, de mais de 350 bilhões de dólares, simplesmente não funcionou como os manuais informavam, ou foi rapidamente neutralizado pelos russos.
Sistemas de Defesa Antiaérea, Tanques e Veículos de Combate de Infantaria, Sistemas Antitanque, Sistemas de Mísseis, Aviões de Combate, quase nada funcionou como esperado, no papel, nas especificações técnicas tudo era maravilhoso, mas pegue o caso das armas antitanque, capturadas aos montes, elas falhavam e eram abandonadas, ou o caso dos carros de combate alemães, ultramodernos abandonados em meio ao fogo do combate, ou os caças F16, festejados como salvação da lavoura, mas que dependem de insumos americanos.
As lideranças globalistas insistem pela continuidade da guerra, pintando Putin e os russos sob uma moldura ora comunista, ora nazista, Trump e Vance deram recados duros para a Europa e essa gente cheirosa e bem-vestida, estes apostam numa escalada nuclear do conflito, mas mesmo ela seria infrutífera e os americanos já sabem disto. Os russos possuem uma ampla gama de mísseis hipersônicos táticos e estratégicos, todos eles com capacidade nuclear e com vetores de transporte e disparo virtualmente inatingíveis. A OTAN lutou uma guerra por procuração e provou sua fraqueza militar.
É hora de voltar para casa e refletir sobre os erros cometidos. A verdade é que o ocidente virou as costas para todos os melhores valores que o fizeram justo, virtuoso e próspero. A conta tardou, mas chegou.