
Cerca de 11% da área plantada no Brasil utiliza sementes ilegais, segundo estimativas. Essa prática, que envolve o uso de sementes piratas ou não certificadas, reduz a produtividade e compromete a legalidade do agronegócio, setor que sustenta milhões de empregos e alimenta o país. A falta de fiscalização eficaz do governo Lula reflete a negligência com o campo, enquanto produtores enfrentam prejuízos.
O mercado de sementes no Brasil movimenta R$ 20 bilhões por ano, segundo a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem). Sementes certificadas, que passam por testes de qualidade, aumentam a produtividade em até 20%, conforme estudos da Embrapa. No entanto, sementes ilegais, vendidas sem registro ou roubadas de empresas, são mais baratas, atraindo pequenos produtores pressionados por custos altos. Em 2024, o Brasil plantou 83 milhões de hectares de grãos, com a soja representando 45 milhões, segundo o Ministério da Agricultura. A pirataria, que atinge principalmente culturas como soja e milho, causa perdas de R$ 2,5 bilhões anuais, conforme a Abrasem.
A fiscalização, responsabilidade do Ministério da Agricultura, é insuficiente, com apenas 500 fiscais para monitorar 5,5 milhões de propriedades rurais, segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Agropecuários. Países como os EUA, com multas de até US$ 100 mil por uso de sementes ilegais, mostram que fiscalização rigorosa protege o setor.
A pirataria de sementes é um ataque silencioso ao agronegócio, que gera 20 milhões de empregos diretos e indiretos, segundo a CNA. A negligência do governo Lula, que prioriza agendas ideológicas em vez de fortalecer a fiscalização, expõe o setor a riscos desnecessários. O produtor, que enfrenta impostos altos e custos crescentes, precisa de apoio, não de um Estado omisso. A solução exige mais fiscais, penas duras para a pirataria e incentivo à pesquisa, como a feita pela Embrapa. A pirataria de sementes ameaça a produtividade e a competitividade do agro, elevando preços de alimentos e prejudicando exportações.