
O decreto assinado por Vladimir Putin, agora, considera qualquer ataque convencional à Rússia, como uma agressão conjunta, após Joe Biden, presidente americano, dar a Ucrânia a permissão de uso de mísseis de longo alcance fabricados pelos EUA.
A atualização da doutrina nuclear assinada no dia de hoje em Moscou, reforça a posição russa e busca ‘desaconselhar’ possíveis ataques ao país. Dmitry Peskov, porta-voz do KJremlin, disse que: “a Federação Russa mantém o direito de usar armas nucleares no caso de agressão com armas convencionais contra o território russo e, de seu aliado, Bielorrúsia”. Afirma, ainda, que Putin já havia solicitado a atualização do documento desce o início de 2024, com a finalidade de alinhar a doutrina nuclear à situação geopolítica atual.
De acordo com o Ministério de Defesa da Rússia, o decreto foi assinado no mesmo dia em que seis mísseis ATACMs, fabricados pelos EUA, lançados pela Ucrânia contra Bryansk foram abatidos. Porém, o Estado-Maior da Ucrânia não confirmou a utilização de ATACAMs, mas que direcionou ataques ao arsenal so 1046º Centro de Apoio Logístico, em Bryansk.
O governo ucraniano diz que continuará destruindo depósitos de munições das forças ocupantes da Rússia.