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SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL: UM FRACASSO INSTITUCIONAL QUE CLAMA POR REFORMA

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Pedro Augusto Santos Lima Figueiredo
Por: Pedro Augusto Santos Lima Figueiredo
05/08/2025 às 14h05
SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL: UM FRACASSO INSTITUCIONAL QUE CLAMA POR REFORMA

O Brasil é um país em guerra consigo mesmo. Em 2023, registramos cerca de 40 mil homicídios, uma taxa de 19 por 100 mil habitantes, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Enquanto nações como Japão e Noruega celebram índices de criminalidade ínfimos, o Brasil permanece estagnado em um ciclo de violência, impunidade e ineficiência institucional.

As políticas de desarmamento, implementadas com entusiasmo por setores progressistas desde o início dos anos 2000, se provaram contraproducentes. O cidadão de bem foi desarmado, enquanto o criminoso se fortaleceu. Como denuncia Bene Barbosa em sua
obra Mentiram para Mim Sobre o Desarmamento, a relação entre o aumento da criminalidade e a restrição do porte de armas é evidente em diversos estudos independentes.

A falência da segurança pública brasileira não é apenas técnica, mas ideológica. O Estado moderno, influenciado por ideologias coletivistas, passou a tratar o criminoso como vítima da sociedade, e não como agente moral de seus próprios atos. Esse pensamento complacente resultou em um sistema penal falido, onde bandidos são soltos pelas audiências de custódia e voltam a delinquir horas depois.

Enquanto isso, a esquerda brasileira — em especial os setores ligados ao Foro de São Paulo — se aproveita do caos. A criminalidade organizada se tornou braço auxiliar de projetos de poder, atuando como milícia ideológica e como ferramenta de desestabilização
da ordem. Isso já é prática corrente em regimes bolivarianos, como os da Venezuela e da Nicarágua.

Por outro lado, nos Estados Unidos, estados conservadores como Texas, Flórida e Utah demonstram que a força da lei, o armamento civil responsável e o respeito à autoridade são instrumentos eficazes para a manutenção da ordem. O Brasil precisa observar essas experiências e abandonar de vez a utopia desarmamentista.

A Constituição Federal de 1988 assegura a segurança como um direito de todos e dever do Estado. No entanto, o Estado falhou. É hora de devolver à sociedade os instrumentos morais e legais de sua autodefesa. A polícia precisa ser valorizada, a justiça precisa ser célere, e o cidadão precisa ser respeitado como parte da solução, e não do problema.

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Pedro Lima
Pedro Lima
Pedro Augusto Santos Lima Figueiredo é administrador, especialista em Compliance e em Relações Governamentais.

É fundador do Instituto Lumiar Brasil e do canal Valores do Ocidente, iniciativas voltadas à educação, cultura e formação conservadora, com base na fé cristã, na valorização da família e nas raízes do Brasil e do Ocidente. Valoriza a cultura e a educação com princípios conservadores.
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