O cenário internacional para o Brasil azedou de vez. O ex-presidente e atual candidato à Casa Branca, Donald Trump, cumpriu sua promessa de campanha e impôs uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros. A medida, um verdadeiro torpedo contra a economia nacional, é uma resposta direta à aproximação do governo Lula com a China e a Rússia, vistas por Washington como adversários estratégicos.
Enquanto setores produtivos, como o agronegócio e a indústria, já calculam os prejuízos bilionários, a reação do governo petista tem sido uma mistura de retórica inflamada e pouca ação efetiva. O presidente Lula, em discurso, afirmou que "aqui ninguém põe a mão", uma bravata que soa oca diante da dependência econômica e da falta de aliados de peso no Ocidente. Nos bastidores, o vice-presidente Geraldo Alckmin tenta apagar o incêndio em conversas com autoridades americanas, mas o estrago diplomático parece feito.
O governo agora estuda retaliar taxando as "big techs", uma medida que, na prática, pode se voltar contra o consumidor brasileiro e que pouco afeta a balança comercial americana. A verdade é que a política externa ideológica do PT, que virou as costas para parceiros históricos em nome de uma aliança com regimes autoritários, cobra agora seu preço.
Análise No Ponto Do Fato: A decisão de Trump, embora dura, não é uma surpresa. É o resultado previsível da desastrosa política externa do governo Lula, que optou por se alinhar a ditaduras e antagonizar a maior potência do mundo. A conta, como sempre, chega para o produtor e para o cidadão brasileiro, que pagará mais caro pela incompetência diplomática. Ameaçar taxar empresas de tecnologia é um tiro no pé, uma tentativa de desviar o foco do verdadeiro problema: a completa falta de pragmatismo e a submissão a uma agenda ideológica que isola o Brasil no cenário mundial. Fica a pergunta: a quem interessa essa briga com nosso maior parceiro comercial fora da Ásia?