
A balança comercial brasileira deve registrar um superávit de US$ 6,48 bilhões até a 4ª semana de maio de 2025, com exportações de US$ 24,08 bilhões (alta de 4,7%) e importações de US$ 17,60 bilhões (alta de 5,5%), segundo a SafrasNews, com dados do Ministério da Economia. Apesar do resultado positivo, o setor enfrenta desafios com as tarifas de 50% impostas pelos EUA sobre aço e alumínio brasileiros. A mídia progressista minimiza o impacto das falhas do governo Lula em negociar saídas para proteger o comércio exterior.
O superávit é puxado pela agropecuária (+4,1%) e pela indústria de transformação (+6,5%), mas produtos como arroz (-99,9%) e minério de ferro (-0,2%) registraram quedas expressivas, segundo o Ministério da Economia. As tarifas americanas, implementadas por Donald Trump, ameaçam reduzir as exportações brasileiras, que representam 20% do PIB, segundo o IBGE. A dependência de commodities e a falta de uma diplomacia econômica forte deixam o Brasil vulnerável. São necessárias estratégias que fortaleçam o comércio exterior, antes que a balança comercial sofra um revés.