
No domingo, 1º de junho, o Monte Etna, na Sicília, entrou em erupção, lançando nuvens de cinzas e vapor vulcânico que impressionaram o mundo. Embora não haja registros de vítimas ou danos graves, o evento fechou temporariamente o aeroporto de Catânia, afetando 20 mil passageiros, conforme a agência ANSA. A força da natureza é um espetáculo, mas também um alerta: desastres naturais exigem preparação, algo que o Brasil, assolado por enchentes e queimadas, parece ignorar.
No Brasil, dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que as queimadas na Amazônia aumentaram 60% em 2024, enquanto enchentes no Rio Grande do Sul deixaram 170 mortos no último ano. Apesar disso, o governo Lula gasta mais com propaganda ambiental para a COP30 do que com infraestrutura de prevenção. Cidades brasileiras carecem de sistemas de alerta, drenagem eficiente e planos de evacuação. O contribuinte, que paga impostos altos, vê seu dinheiro mal aplicado enquanto enfrenta tragédias evitáveis.
A erupção do Etna é um lembrete de que a natureza não avisa. No Brasil, onde o descaso estatal agrava desastres, o governo precisa priorizar investimentos em tecnologia e planejamento, não em discursos para plateias internacionais. A iniciativa privada, com sua eficiência, poderia ajudar, mas enfrenta burocracia. Chega de improvisos que custam vidas. O povo merece segurança, não promessas. O Brasil precisa aprender com o Etna: prevenir é mais barato que remediar.