
Um americano documentou o impressionante trabalho da China para reflorestar desertos, transformando áreas áridas em florestas produtivas, conforme noticiado pela Revista Oeste em 2 de junho de 2025. Desde os anos 1970, a China reflorestou mais de 60 milhões de hectares, equivalente a três vezes o tamanho do estado de São Paulo, segundo dados da ONU. Com planejamento, tecnologia e incentivos ao setor privado, o país reduziu a desertificação em regiões como o deserto de Gobi, combinando preservação com desenvolvimento econômico.
No Brasil, onde o desmatamento na Amazônia atingiu 11,6 mil km² em 2024, segundo o Inpe, a experiência chinesa é um tapa na cara. Enquanto o governo Lula impõe multas e burocracias ao agronegócio, o setor que sustenta 27% do PIB brasileiro poderia liderar a recuperação ambiental. Fazendas no Mato Grosso já adotam técnicas como plantio direto e integração lavoura-pecuária-floresta, mas esbarram em regulações sufocantes. A China mostra que é possível equilibrar produtividade e sustentabilidade, desde que o Estado pare de atrapalhar.
Para o brasileiro, que sofre com a má gestão ambiental e a narrativa internacional contra o agro, a notícia é um chamado à ação. O governo precisa reduzir a burocracia, incentivar inovações como o uso de drones para reflorestamento e apoiar o produtor rural, não demonizá-lo. Projetos como o da China exigem visão de longo prazo, algo que falta no Planalto, mais focado em discursos para a COP30 do que em resultados concretos. O agro brasileiro, exemplo de eficiência, pode transformar o país em líder ambiental, mas só se o governo tirar o pé do freio.