
O Brasil foi classificado como “majoritariamente não livre” no Índice de Liberdade Econômica de 2025 da Heritage Foundation, ocupando a 117ª posição entre 184 países. A insegurança jurídica, agravada por decisões arbitrárias do Judiciário e políticas intervencionistas do governo Lula, é apontada como a principal barreira ao crescimento. Enquanto nações como Chile e Uruguai atraem investidores com ambientes previsíveis, o Brasil patina, penalizando empreendedores e trabalhadores. Sem liberdade econômica, o país continuará preso ao atraso.
O Índice de Liberdade Econômica avalia fatores como direitos de propriedade, eficiência judicial, liberdade de negócios e carga tributária. Em 2025, o Brasil obteve 55,1 pontos, abaixo da média global de 60, segundo a Heritage Foundation. A insegurança jurídica, destacada no relatório, decorre de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), como a suspensão de contratos sem justificativa clara, e de políticas do governo, como a reoneração de setores produtivos, que aumentou em 20% os custos de 17 segmentos em 2024, conforme a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Brasil também sofre com alta tributação (36% do PIB, segundo o IBPT) e burocracia, que custa R$ 200 bilhões anuais às empresas, conforme o Banco Mundial.

A interferência estatal, com a tentativa de regular preços de combustíveis, e afastou investidores da Petrobras. Em contrapartida, países como a Estônia, 8ª no ranking, atraem bilhões com regras claras e impostos baixos. O Brasil, apesar de ser a 9ª economia mundial, com PIB de R$ 11 trilhões em 2024 (IBGE), perde competitividade por falta de reformas que promovam liberdade.
A classificação do Brasil como “não livre” é um alerta: a insegurança jurídica e o intervencionismo estatal são venenos para a economia. O governo Lula, com sua agenda de controle sobre o setor privado, ignora o potencial de empreendedores que geram empregos e riqueza. Decisões judiciais arbitrárias, como as do STF, e impostos abusivos criam um ambiente hostil, onde investir é um risco.
A baixa liberdade econômica condena o Brasil ao atraso, afastando investimentos que poderiam gerar milhões de empregos. A liberdade econômica é o caminho para o futuro.