
Um esquema de fraudes no INSS, envolvendo empréstimos consignados não autorizados, está custando caro aos aposentados e à credibilidade do governo. Quadrilhas têm falsificado documentos para desviar recursos, enquanto o INSS promete ressarcir as vítimas até o fim do ano.
O economista Ubiratan Jorge Iorio, em artigo na Revista Oeste, classificou o caso como “um reflexo da ineficiência estatal”. A falta de fiscalização e a vulnerabilidade do sistema digital do INSS são alvos de críticas. “O governo precisa proteger o cidadão, não facilitar a ação de criminosos”, afirmou Iorio.
O escândalo é mais uma prova de que a máquina pública precisa de reformas urgentes para priorizar o povo em vez de interesses políticos.