
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) está no centro de uma polêmica judicial após declarações nos Estados Unidos, onde mencionou possíveis sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu um inquérito, enquadrando o parlamentar em crimes como coação no curso do processo e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
O caso é visto como uma tentativa do STF de silenciar vozes conservadoras. “O Supremo age como se estivesse acima da crítica, enquanto o povo clama por liberdade de expressão”, afirmou o advogado Roberto Lima. O ministro Gilmar Mendes defendeu a corte, chamando as declarações de Eduardo de “inaceitáveis”. O inquérito, no entanto, reacende debates sobre os limites do STF e a proteção à liberdade de fala.
O episódio reforça a percepção de que o Judiciário está sendo usado para perseguir opositores do establishment. O caso deveria ser conduzido com imparcialidade, mas o STF, com a imagem já abalada, parece ignorar a forma correta na condução da justiça.