
O governo federal anunciou nesta segunda-feira, 26 de maio de 2025, o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em três frentes: previdência privada, câmbio e crédito para empresas. A medida, que já entrou em vigor, eleva os custos de viagens internacionais, cartões pré-pagos e financiamentos empresariais, impactando diretamente o bolso do brasileiro. Para quem planeja viajar ao exterior ou investir em previdência, a notícia é um balde de água fria, e para as empresas, mais um obstáculo em um cenário econômico já desafiador.
A alíquota do IOF sobre operações de câmbio, que incluem compras em moeda estrangeira e uso de cartões pré-pagos, foi triplicada, passando de valores anteriores para até 6,38% em algumas transações. Isso significa que uma viagem aos Estados Unidos ou à Europa, por exemplo, ficará significativamente mais cara. Um cartão pré-pago carregado com US$ 1.000, que antes pagava cerca de R$ 70 em impostos, agora pode custar mais de R$ 200 apenas em IOF. Para o cidadão comum, que já enfrenta inflação e alta de juros, a medida é vista como mais um peso nas costas.
O aumento do IOF é mais um exemplo de como o Estado escolhe engordar seus cofres às custas do povo, sem oferecer contrapartidas claras. O brasileiro merece um governo que facilite a vida, não que a torne mais cara.