
Dados de geolocalização do celular do ex-assessor Mauro Cid, obtidos pela Polícia Federal e publicados pela Revista Oeste do dia 23 de maio, comprovam que ele não estava no Palácio da Alvorada em 8 de janeiro de 2023, durante uma suposta reunião para planejar um golpe de Estado. A revelação enfraquece a narrativa construída contra militares e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que resultou em prisões e investigações amplamente divulgadas.
A ausência de provas concretas expõe a fragilidade de acusações baseadas em suposições políticas. O caso reforça a necessidade de investigações imparciais, que priorizem fatos em vez de narrativas. A Justiça brasileira deve garantir a verdade e proteger cidadãos de perseguições infundadas.