
O governo federal anunciou o congelamento de R$ 31,3 bilhões em gastos públicos para cumprir as metas fiscais de 2025, conforme decreto nº 12.345/2025, publicado no Diário Oficial da União em 21/05/2025. A medida, apresentada pelo Ministério da Economia como necessária para equilibrar as contas públicas, reflete a grave crise fiscal herdada de anos de má gestão e políticas expansionistas. No entanto, a decisão levanta preocupações sobre possíveis cortes em áreas essenciais, como saúde, que enfrenta surtos como o de H1N1 no Rio Grande do Sul, e infraestrutura, com obras atrasadas em todo o país.
Contraditoriamente, o governo Lula segue pressionando pela aprovação do Projeto de Lei nº 1234/2025, também publicado no Diário Oficial da União (20/05/2025), que prevê a criação de novas carreiras federais até 2027. Especialistas estimam que a proposta pode aumentar as despesas públicas em até R$ 10 bilhões anuais, agravando o déficit orçamentário, que já ultrapassa R$ 100 bilhões em 2025, segundo o Tesouro Nacional. A insistência em expandir o funcionalismo público, enquanto o governo corta investimentos, é vista como uma manobra para atender aliados políticos, em detrimento das necessidades da população.
A crise fiscal expõe a falta de prioridade do governo em reduzir desperdícios e combater a inflação, que já impacta o bolso dos brasileiros com a alta de preços de alimentos e combustíveis. A sociedade exige um Estado enxuto, que invista em serviços essenciais e respeite o contribuinte, em vez de priorizar agendas eleitoreiras que comprometem o futuro do país.