
Servidores da Receita Federal iniciaram uma paralisação que afeta portos e aeroportos, travando o desembaraço de mercadorias e impactando o comércio exterior. A greve, iniciada em 20 de maio, é motivada por reivindicações salariais e melhores condições de trabalho. Em Santos (SP), o maior porto da América Latina, filas de caminhões se formam, e exportadores relatam prejuízos diários de milhões. Aeroportos como Guarulhos também enfrentam atrasos na liberação de cargas.
A paralisação expõe a dependência do Brasil de um setor público ineficiente, sem diálogo do governo com os servidores. A greve pode elevar preços de produtos importados, afetando consumidores. O caso mostra como a burocracia estatal sufoca a economia, enquanto o governo promete negociar sem apresentar soluções concretas.