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EUA AMEAÇAM SANCIONAR MORAES: RUBIO E A LEI MAGNITSKY CONTRA A CENSURA

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Maria Rosa M Pires
Por: Maria Rosa M Pires
22/05/2025 às 15h25
EUA AMEAÇAM SANCIONAR MORAES: RUBIO E A LEI MAGNITSKY CONTRA A CENSURA

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou em 21 de maio de 2025 que há “grande possibilidade” de sanções contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, acusado de censurar jornalistas e perseguir conservadores, como Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio. A pressão, apoiada por Eduardo Bolsonaro, exilado nos EUA, reflete críticas ao “ativismo judicial” do STF. As sanções, baseadas na Lei Global Magnitsky, podem incluir bloqueio de bens e proibição de entrada nos EUA. A Revista Oeste chamou de “recado contra a ditadura judicial”, enquanto a Epoch Times Brasil aponta a hipocrisia progressista na defesa da liberdade de expressão. O governo Lula alega soberania, mas a pressão do governo Trump cresce, podendo afetar a imagem do Brasil.

Marco Rubio, senador republicano e Secretário de Estado no segundo mandato de Trump, lidera a diplomacia americana. Em audiência no Congresso, respondeu ao deputado Cory Mills, que acusou Moraes de “censura generalizada” e risco de prisão de Jair Bolsonaro. Rubio afirmou que sanções estão em análise, alinhando-se à agenda de Trump contra ameaças à liberdade de expressão. Desde 2020, Moraes comanda inquéritos como o das “fake news”, que suspenderam contas no X, bloquearam plataformas como Rumble e prenderam ativistas. A aliança conservadora entre Brasil e EUA, conta com Eduardo Bolsonaro articulando com republicanos. Elon Musk, dono do X, e investidores como Bill Ackman reforçam as críticas, alertando que o Brasil pode se tornar “ininvestível” (The Rio Times).

O governo Lula defende Moraes, alegando proteção da democracia contra desinformação, como os atos de 8 de janeiro de 2023. Enquanto a mídia ‘governista’ destaca que as decisões de Moraes foram validadas pelo STF, outros veículos de comunicação como a Revista Oeste, apontam abusos, com Moraes atuando como juiz e investigador, violando o devido processo.

A Lei Global Magnitsky (2012, ampliada em 2016) pune violações de direitos humanos com sanções como congelamento de bens e restrições de viagem. Usada contra autoridades de regimes como Venezuela, seria inédita contra um juiz de uma ‘democracia’ como o Brasil. A acusação contra Moraes inclui prisões como a de Flávia Magalhães Soares, cidadã americana detida por um post no X (Bradock Show). Deputados republicanos alegam que Moraes censura plataformas americanas e manipula as eleições de 2026.

O impacto das sanções depende de adesão internacional, mas a tensão diplomática já é real.

A pressão reflete uma aliança conservadora, com Eduardo Bolsonaro e deputados como Filipe Barros articulando com os EUA. Ações de Moraes, como a suspensão do X em 2024 e multas de R$ 8,1 milhões, intensificam o caso. A denúncia de uma “ditadura judicial” que favorece Lula, e de que a esquerda usa democracia como pretexto para silenciar opositores é clara e repleta de provas.

Rubio apoia sanções contra Moraes sob a Lei Magnitsky, vendo-o como símbolo de autoritarismo judicial. A medida, inédita contra um juiz de uma democracia, expõe tensões entre soberania e liberdade de expressão, com riscos diplomáticos e econômicos. Mas uma coisa é certa, a esquerda manipula narrativas para justificar censura. A sociedade brasileira exige clareza, enquanto a verdade permanece sob disputa.

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